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08/02/2012 - Angola Press Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Militante anti-corrupção preso por falsas declarações


Bujumbura - O presidente de uma associação de luta contra a corrupção no Burundi foi preso terça-feira à noite por "falsas declarações" na sequência de uma "queixa" do ministério da justiça, constatou um jornalista da AFP.

"Um substituto do procurador geral junto do tribunal anti - corrupção decidiu deter- me na prisão de Mpimpa em Bujumbura, por uma queixa do ministro da justiça", anunciou à imprensa Faustin Ndikumana, presidente da associação Palavra e acção para o despertar das consciências e evolução das mentalidades (Parcem).

Ndikumana fez esta declaração à saída da procuradoria do tribunal anti - corrupção após mais de seis horas de interrogatório, na capital Bujumbura.

Agentes da brigada anti - corrupção tentaram prendê-lo terça-feira de manhã nos estúdios da Rádio pública africana mas foram rejeitados face à hostilidade dos jornalistas desta estação privada, bastante crítica para o poder.

Ndikumana deslocou-se de seguida voluntariamente à procuradoria, constatou um jornalista da AFP.

"Constatei que foi o ministro da justiça (Pascal Barandaiye) que fez a queixa contra mim por falsas declarações e por declarações difamatórias, devido a uma carta que lhe enviei e às declarações que fiz recentemente em várias rádios", prosseguiu.

O presidente da Parcem havia afirmado na sua correspondência que "uma soma de dois milhões de francos (1.450 USD) foi paga pelos candidatos a emprego para a magistratura", e que "o ministro da justiça (teve) uma parte da responsabilidade nesta situação", segundo uma cópia da queixa enviada à AFP.

Ndikumana considerou que critica "um sistema e não indivíduos", e que "estas práticas de corrupção existem há anos no domínio da justiça".

"Mandela e Gandhi estiveram na prisão. Estar preso para defender os interesses da população, da justiça e da verdade será para mim uma honra", acrescentou.

No Burundi, vários responsáveis de organizações da sociedade civil foram já postos na prisão e são sujeitos regularmente de ameaças de morte.

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