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30/01/2012 - B2B Magazine Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Americana é condenada por casamentos falsos com 3 brasileiros em Massachusetts

Por: Leonardo Ferreira

Erin E. Whittaker casou-se com o 1º indivíduo em 2004, em East Providence (RI), o 2º indivíduo no ano seguinte e o 3º em New Bedford no ano posterior.

Na quarta-feira (25), a norte-americana Erin Elizabeth Whittaker, de 28 anos, foi condenada no Tribunal Distrital de Boston (MA) a 2 anos de liberdade condicional por casar-se, entre 2004 e 2006, com 3 imigrantes brasileiros para conceder-lhes a residência permanente (Green card). Além disso, ela deverá cumprir 100 horas de serviços comunitários e 4 meses de confinamento domiciliar, depois de ter assumido a culpa durante audiência com relação às acusações de fraude matrimonial e conspiração para cometer fraude.

Whittaker pediu desculpas aos jurados e seu advogado, James P. Duggan, acrescentou que ela sentia remorsos e que o Tribunal reconheceu esse remorso.

“Ela reconheceu que cometeu um erro”, disse ele. “Ela está satisfeita com o resultado”.

Segundo documentos apresentados na Corte, Whittaker concordou em casar-se com 3 brasileiros que entraram nos EUA com vistos de 6 meses entre 1997 e 2001, para ajuda-los a conseguir a residência permanente.

Imigrantes legais que aplicam para o Green Card estão isentos de determinados requerimentos se casarem-se com cidadãos norte-americanos, sendo que o casal deve assinar papéis afirmando a legitimidade do casamento.

Whittaker casou-se com o primeiro indivíduo em 2004, em East Providence (RI), o segundo indivíduo no ano seguinte e o terceiro em New Bedford no ano posterior. Segundo documentos apresentados na Corte, ela e o noivo em cada caso alegaram nos documentos migratórios que viveriam juntos.

Os promotores públicos disseram que Whittaker recebeu determinadas quantias de dinheiro por cada casamento, mas não detalharam quanto. Ela corria o risco de ser condenada em até 5 anos de detenção e multa de US$ 250 mil, em decorrência dos casamentos falsos. Os imigrantes que se envolvem em esquemas desse tipo podem ser deportados e impedidos indefinidamente de regressar aos EUA. A Promotoria Pública não divulgou o status migratório atual dos 3 brasileiros.

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