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26/01/2012 - Expresso / Exame Expresso Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Petroplus: suspeita de fraude "não tem fundamento"

O empresário Patrick Monteiro de Barros rejeitou hoje as suspeitas de falência fraudulenta da Petroplus, depois do Ministério Público francês ter aberto um inquérito sobre o desvio de €100 milhões das contas da empresa.

O empresário Patrick Monteiro de Barros rejeitou hoje as suspeitas de falência fraudulenta da Petroplus, depois do Ministério Público francês ter aberto um inquérito sobre o desvio de 100 milhões de euros das contas da empresa.

O empresário português disse à Lusa que a suspeita "não tem qualquer fundamento", adiantando que "vai ser emitido um comunicado que explica que se trata de uma conta caucionada que foi saldada por ação do banco detentor da caução sem qualquer intervenção da empresa".

O Ministério Público francês abriu uma investigação à Petroplus, liderada por Patrick Monteiro de Barros, por falência fraudulenta, disse hoje uma fonte judicial, citada pela AP.

O procurador-geral de Nanterre, nos arredores de Paris, abriu um inquérito com a suspeita de que a Petroplus-França, com uma refinaria na Normandia, em Petit Couronne, terá desviado 100 milhões de euros das suas contas, disse a mesma fonte.

Segundo a AP, a polícia francesa revistou os escritórios da sede em Paris, na zona de La Defense, na manhã de quarta-feira, bem como o Deutsche Bank, onde a empresa tem as suas contas.

A refinaria francesa emprega 550 pessoas e está parada desde o início de janeiro, logo após o congelamento das linhas de crédito por parte dos bancos à Petroplus.

A empresa onde Patrick Monteiro de Barros é presidente não executivo e acionista, iniciou hoje o processo de insolvência e proteção de credores, uma ação que se estendeu às suas filiais na Alemanha e França.

Na Alemanha, em Ingolstadt, a filial da Petroplus, que tem sede na Suíça, pediu a abertura de um processo de insolvência, tendo sido nomeado um administrador judicial.

A empresa de refinação de petróleo participada por Patrick Monteiro de Barros não informou, no seu comunicado, o estado das restantes refinarias do grupo na Bélgica (Amberes), no Reino Unido (Coryton) e na Suíça (Cressier).

O empresário disse na quarta-feira que não abandonará a empresa enquanto for possível recuperá-la, apesar de esta ter declarado insolvência e ter pedido proteção de credores.

O empresário, que falava aos jornalistas no final da conferência do American Club em Lisboa, afirmou ter "por hábito nunca abandonar o navio", acrescentando que não é "como aquele senhor do Costa Concordia que quatro horas antes já estava na lancha".

Na terça-feira, a Petroplus anunciou que não conseguiu um acordo com os seus credores para obter novas linhas de crédito no valor de 2 mil milhões de dólares (1,5 mil milhões de euros), essencial para que as refinarias continuassem a produzir, e declarou insolvência.

Em dezembro, a Petroplus revelou que os bancos lhe tinham 'congelado' uma linha de crédito de mil milhões de dólares e a partir daí começaram os problemas.

A empresa liderada por Patrick Monteiro de Barros é a maior empresa independente de refinação de petróleo na Europa, com uma capacidade de produção de 667 mil barris diários nas suas cinco refinarias e cerca de 3 mil trabalhadores.

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