Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


ÚLTIMOS TREINAMENTOS DE 2017 SOBRE FRAUDES e DOCUMENTOSCOPIA

Veja aqui a programação dos últimos treinamentos sobre Falsificações e Fraudes Documentais (16/11) e sobre Prevenção e Combate a Fraudes em Empresas (30/11).

Acompanhe nosso Twitter

26/01/2012 - Portal Terra Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

CNJ: não houve fraude na licitação de empresa de informática

Por: Diogo Alcântara


Em mais de quatro horas de reunião, o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Cezar Peluso, explicou "ponto a ponto" aos conselheiros dúvidas sobre a contratação de uma empresa de informática pelo órgão, informou nesta quinta-feira a diretora-geral do CNJ, Gláucia de Paula. A portas fechadas, os conselheiros cobraram explicações de Peluso sobre o processo de licitação.

"Os membros do Conselho Nacional de Justiça declaram não ter dúvidas em relação à legalidade e/ou regularidade do processo licitatório em questão, sem prejuízo dos mecanismos legais de controle", disse Peluso em sessão plenária.

Na quarta-feira, o conselheiro Gilberto Martins encaminhou ao presidente do Conselho um parecer pedindo a anulação do contrato feito com a empresa NTC (Núcleo de Tecnologia e Conhecimento em Informáltica Ltda), ligada à gigante da informática Oracle. Com base na licitação, Martins aponta uma série de irregularidades no processo. O contrato firmado com a empresa feito por pregão presencial foi de R$ 44 milhões - abaixo do valor registrado de R$ 68 milhões. A IBM, que perdeu o certame, já havia reclamado de inconsistências no processo.

A diretora-geral do CNJ refutou a hipótese de direcionamento de licitação em favorecimento da empresa vencedora. "Não existe direcionamento para duas empresas. Ou se direciona para uma ou não existe direcionamento. O fato é que duas tecnologias concorrentes participaram, foram para a fase de lances e uma delas (Oracle) venceu pelo preço", disse.

"Então esta parte toda de direcionamento que tem sido dito faz parte de uma argumentação que tem sido dita por parte da empresa que não participou, porque, segundo ela (IBM) mesmo informa, não tinha tecnologia no nível de desempenho que o CNJ estava exigindo e, em razão disso, acusou o CNJ de direcionamento", disse Gláucia.

Esvaziamento de poder
O CNJ volta a se reunir já em clima de tensão devido ao desgaste entre Peluso e parte dos conselheiros, ligados à Eliana Calmon - que azedou a crise com o judiciário ao dizer que "bandidos estão escondidos atrás da toga". Para esvaziar os poderes do presidente, uma das propostas é a de tirar dele a responsabilidade pela escolha do secretário-geral do conselho. Hoje, o cargo é ocupado pelo juiz Fernando Marcondes, próximo a Peluso.

Outro movimento do CNJ que pode tirar mais poderes do conselheiro é o de autorizar uma comissão interna a tomar a iniciativa de fiscalizar a transparência de gastos dos tribunais federais e estaduais. Hoje, essa prerrogativa é do presidente do Conselho.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 122 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2017 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal