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18/01/2012 - Jornal Floripa Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Preso em Goiás dentista acusado de vender atestados médicos falsos


Um dentista foi preso sob suspeita de vender atestados falsos. Só para os funcionários de uma mesma empresa, ele teria vendido mil por R$ 10.

Em uma cena, o dentista Hikoiti Yokoyama aparece recebendo dinheiro, que seria da venda de um atestado. “R$ 20, viu? O dia que você precisar”, disse o dentista, que assina o documento e pergunta: “Quem que informou do meu atestado aqui?”. “Foi um amigo do meu marido”, responde o paciente.

No final, o dentista Hikoiti Yokoyama pede discrição à cliente – na verdade, uma investigadora da Polícia Civil. “A senhora não abusa, porque eu fico até com medo de o pessoal aparecer”, disse.

Hikoiti Yokoyama foi preso depois de dois meses de investigação. Na delegacia, ele negou que estivesse vendendo atestados para justificar ausência no trabalho. “Essa acusação é infundada, porque eles passam lá, fazem orçamento e tiram a dor de dente. Então, eles levam atestados”, alegou o dentista.

A Delegacia de Rio Verde, em Goiás, já reuniu 1,5 mil atestados suspeitos de serem falsos. Só um funcionário apresentou à empresa mais de dez assinados pelo dentista, que cobrava por diária. Teve gente que pagou R$ 100 para faltar dez dias ao trabalho.

O dentista Hikoiti Yokoyama está preso e só poderá sair da cadeia se pagar uma fiança de R$ 9 mil. Ele vai responder pelo crime de falsificação de documentos. A pena é de até três anos de prisão, mas os clientes do dentista também serão investigados. A Polícia Civil vai pedir ajuda a um perito, especialista em odontologia, para saber quem realmente passou por tratamento.

“Todos os funcionários que fizeram o uso de um documento falso também incorrem no crime de uso de documento falso e têm a mesma pena daquele que falsificou. Ou seja, o funcionário terá a mesma pena do odontólogo que produziu esse documento falso”, afirma o delegado Danilo Fabiano.

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