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11/01/2012 - Mídia News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Políticos e servidores são suspeitos em fraude milionária

Por: Rafael Costa

Polícia vê esquema de desvio de dinheiro com uso de cartas de crédito, em Mato Grosso.

Um dos fatos mais marcantes no meio político de Mato Grosso, no ano passado, foi a deflagração, em 14 de dezembro, da operação denominada "Cartas Marcadas", da Polícia Judiciária Civil.

Começavam ali procedimentos investigatórios para desarticular uma organização criminosa, que, segundo a Polícia Fazendária, agia com intuito de desviar dinheiro público com o superfaturamento de cartas de crédito.

Conforme as investigações, houve superfaturamento de R$ 253 milhões nas cartas de crédito emitidas pelo Estado, para pagar pendências trabalhistas com os agentes fazendários.

A categoria conseguiu na Justiça, após 16 anos, equiparar salários e benefícios que são concedidos ao grupo TAF (Tributação, Arrecadação e Fiscalização), da Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda).

O ex-governador Blairo Maggi autorizou a emissão de cartas de crédito para efetuar os pagamentos da categoria. Por conta disso, será intimado pela Polícia Civil a prestar depoimento.

O mesmo ocorre com o deputado Gilmar Fabris (PSD), defensor da categoria dos agentes fazendários e suspeito de ser um dos beneficiários do esquema milionário.

No transcorrer das investigações, houve rumores de que a Polícia Civil iria investigar a possibilidade de lavagem de dinheiro, diante da suspeita de que a esposa de Fabris, a jornalista Anglisey Volcoc, tenha recebido R$ 48 milhões em cartas de crédito e adquirido imóveis milionários, em Ribeirão Preto (SP).

No entanto, eventuais investigações de crimes de lavagem de dinheiro são competência exclusiva da Polícia Federal, o que levaria aodesmembramento do inquérito. Diante dos rumores, a Polícia Civil negou qualquer investigação neste sentido.

De qualquer forma, a Delegacia Fazendária acredita na existência de uma organização criminosa formada por servidores públicos, que atuavam na Sefaz (Secretaria de Fazenda), SAD (Secretaria de Administração) e PGE (Procuradoria Geral do Estado).

Com a conclusão do inquérito, prevista para 2012, novos episódios comprometedores poderão surgir ao longo da operação Cartas Marcadas.

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