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10/01/2012 - Mídia News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Acusado de fraude, delegado quer voltar à Polícia Civil

Márcio Pieroni foi expulso da instituição, por tentar proteger o empresário Josino Guimarães.

A defesa do delegado afastado Márcio Pieroni protocolou na Justiça um recurso, na tentativa de suspender o parecer da Corregedoria-Geral da Polícia Civil de Mato Grosso, que o expulsou da instituição, após a conclusão de um Processo Administrativo Disciplinar.

Pieroni foi condenado pela Justiça Federal por fazer parte de um suposto esquema com o objetivo de favorecer o empresário Josino Guimarães, considerado mandante da morte do juiz Leopoldino Marques do Amaral, em 1999. Josino foi inocentado, no final do ano pasado, em Júri Popular, por falta de provas.

O recurso do delegado deve ser analisado pelo Conselho Superior da Polícia Judiciária Civil, mas ainda não há previsão de quando a ação vai para a pauta. As reuniões entre os nove conselheiros começam apenas em fevereiro.

O ex-delegado ficou preso por mais de seis meses. Ele conseguiu a liberdade depois que Josino foi absolvido em júri popular, no mês de dezembro.

Embora tenha sido solto, a Corregedoria entende que Márcio Pieroni deve perder o cargo, por ter cometido uma infração disciplinar na condução do inquérito que apurou o assassinato do juiz.

Com isso, o delegado teria produzido provas ilegais e falsas para levantar dúvidas de que o magistrado ainda estaria vivo e morando em outro país, como apontou o juiz da 7ª Vara Criminal Paulo, Cézar Alves Sodré, que condenou o delegado a mais de 17 anos de prisão, em setembro do ano passado.

A Justiça Federal considerou que a conduta do delegado teria colocado em xeque a credibilidade da Polícia Civil do Estado. Uma das tentativas de tumultuar o processo, segundo o Ministério Público Federal (MPF), foi a realização de uma nova exumação do corpo do magistrado.

O relatório final da Corregedoria será enviado ao Conselho Superior da Polícia Judiciária Civil, que terá a incumbência de analisar o documento, assim como o recurso da defesa. Em seguida, deverá ser emitido um novo parecer para ser encaminhado à Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp). Por fim, a decisão sobre a demissão ou não do delegado caberá ao Governo do Estado.

Após analisar o recurso da defesa, o Conselho Superior deverá emitir um novo parecer para ser encaminhado à Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp). Em seguida, a demissão ou não do delegado ficará a cargo do governador Silval Barbosa, com o auxílio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE).

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