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05/04/2006 - Último Segundo / EFE Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Casa de câmbio uruguaia nega envio de dinheiro para terroristas


Ao contrário do que foi publicado pela imprensa dos EUA, a casa de câmbio Gales, de Montevidéu, afirmou hoje que não participou de operações financeiras de envio de dinheiro para grupos terroristas.

"O que foi publicado nos meios de comunicação de Nova York é uma grande mentira, com uma mistura de dados e informações totalmente equivocadas", disse à EFE Waldemar Álvarez, diretor da Gales.

"A nossa empresa está há três décadas no setor e todas as nossas atividades são do conhecimento do Banco Central do Uruguai, como define a lei", declarou Álvarez.

O jornal "The New York Post" publicou ontem que a promotoria de Nova York desarticulou uma operação financeira na qual foram transferidos, via Montevidéu e um banco de Nova York, três bilhões de dólares da região da Tríplice Fronteira - entre Argentina, Brasil e Paraguai - para a Al-Qaeda e outros grupos terroristas no Oriente Médio.

"É inconcebível que esse valor em dinheiro possa ser transferido a partir de Montevidéu. Temos a obrigação legal de conhecer a origem e o destino do dinheiro que transferimos", afirmou.

Segundo Álvarez, uma matéria sobre a mesma investigação judicial foi publicada pelo jornal "The Wall Street" em dezembro de 2004 e naquela oportunidade a Gales foi ligada "a operações de lavagem de dinheiro do narcotráfico, mas agora a notícia de terrorismo é muito mais vendável para os leitores", declarou.

O empresário disse que após ficar sabendo da primeira reportagem foi aos Estados Unidos em março de 2005 para se encontrar com o procurador de Manhattan, Robert Morgenthau.

"Demos a ele as informações solicitadas, esclarecemos as coisas, ficamos à disposição para oferecer mais dados e não tivemos nenhuma dificuldade para voltar ao Uruguai", afirmou Álvarez.

O presidente do Banco Central do Uruguai, Walter Cancela, declarou à imprensa local que não tem informações sobre o caso.

"Por enquanto não temos nada, mas investigaremos se algum pedido dos EUA chegar a Montevidéu", disse.

O fiscal Morgenthau anunciou que pedirá uma multa para um dos bancos mais importantes de Nova York por seu envolvimento no caso.

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