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06/01/2012 - Aqui Acontece Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PC indicia homem que aplicou golpe em mais de 2 mil pessoas em SE


A Polícia Civil detalhou na manhã desta sexta-feira, 06, as investigações que resultaram no indiciamento de André Luiz Mascarenhas dos Santos Tanan, 30 anos, natural de Iaçu (BA), acusado pela prática de vários crimes, como falsificação de documentos, falsidade ideológica e estelionato.

Segundo a polícia, entre as acusações contra ele está o golpe do emprego que teria gerado um lucro para André de aproximadamente R$ 500 mil ao longo de quatro anos de atividade de sua empresa, denominada Marzul, responsável pela comercialização de um suposto cartão de descontos chamado Red Card. A empresa apresentava um portfólio de 38 empresas com falsas promessas de descontos de até 50% em serviços na área médica, odontológica e jurídica. “As empresas não reconhecem qualquer acordo comercial com a Red Card e outras sequer foram encontradas no endereço informado”, disse o delegado Joel Ferreira, da 2ª Delegacia Metropolitana.

Os candidatos, jovens que buscavam o primeiro emprego, eram submetidos a um teste psicotécnico e “aprovados” já no cargo de supervisor, eram condicionados à venda do cartão de descontos, com valores de até R$ 200. Após essa venda eram submetidos a um novo teste e reprovados. Levantamento da polícia é que cerca de dois mil jovens foram reprovados após venderem um ou mais falsos cartões.

A polícia também descobriu que o acusado falsificou documentos públicos e particulares, a exemplo de certidão de nascimento, contra-cheque, declaração de imposto de renda e carteira de estudante de Medicina. De acordo com as investigações, André utilizava a documentação falsificada para a abertura de contas bancárias, constituição de falsas empresas, contratação de crédito bancário e comercial, compra de veículos e aluguéis de imóveis.

André também é acusado de comprar e emiti cheques de origem ilícita (furtados, roubados e clonados) adquiridos com papeleiros atuantes no centro desta capital. De acordo com a polícia, estes cheques eram usados para golpes no comércio e na compra de produtos ofertados no caderno populares de jornais locais.

Sob André Tanan também existe o indiciamento, em 2008, de um golpe com oferta de venda de produtos pela internet. Na acusação, ele recebia o pagamento através de depósito, mas não enviava o produto ofertado. Dezenas de pessoas foram vítimas em todo o Brasil, inclusive um policial militar de São Paulo.

“Algumas dessas vítimas que insistiam na cobrança da remessa de seu produto eram tripudiadas e ofendidas, por terem enviado o dinheiro. O processo encontra-se parado pois o estelionatário mudou-se de endereço sem comunicar e nem atendeu à citação feita por edital”, relatou o delegado.

O delegado disse que André Tanan foi indiciado por falsificação de documentos públicos e particulares, falsidade ideológica em documentos verdadeiros, uso desses documentos falsos e pela prática de estelionato contra empresas e particulares diversos, seja com o golpe do emprego, seja com as fraudes documentais, todos em continuidade delitiva. As penas somam mais de 15 anos.

De acordo com a polícia, algumas pessoas foram interrogadas e teriam participação nos golpes aplicados por André Luiz.

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