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28/12/2011 - Diário de Marília Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Auditoria descobre que Guto atuava com Ursílio nas fraudes do mensalão

Guto atuava como braço direito nas negociatas com o ex-chefe de gabinete da prefeitura.

Novos levantamentos feitos pela auditoria do complexo CMN (Jornal Diário e Rádios Dirceu AM e Diário FM), apontam que o jornalista Augusto Carlos Pereira, o Guto, também está envolvido no esquema do mensalão do ex-chefe de gabinete e ex-secretário municipal da Fazenda, Nelson Granciéri, o Nelsinho. Guto atuava como braço direito de José Ursílio nas negociatas com a prefeitura e outros órgãos públicos municipais, emitindo notas frias de supostos serviços para receber elevadas somas dos cofres públicos. A descoberta das fraudes pela auditoria resultou no afastamento deles do jornal Diário, no final da semana passada.

As fraudes manipuladas por Guto e Ursílio tinham como pano de fundo diversas empresas de fachada que forneciam as notas frias. Os dois aparecem como donos de algumas dessas empresas, enquanto outras usavam “laranjas” ligados a eles. O esquema, conforme apurou a auditoria, movimentou mais de R$ 1 milhão este ano, dinheiro desviado dos cofres públicos para depósitos nas contas dos envolvidos nas fraudes.

Em nome do Guto aparece a empresa de fachada “RS2”, com dezenas de notas com supostos serviços prestados à prefeitura como “criação de textos institucionais”. A “RS2” tem como endereço a casa onde o jornalista mora atualmente.

Além da presença constante da dupla Ursílio e Guto no gabinete de Nelsinho, anotações do ex-chefe de gabinete em documentos descobertos pela auditoria, indicam como eles planejavam e orquestravam a produção e valores das notas frias, todas sempre com valores bem próximos do limite de dispensa de licitação, o que caracteriza improbidade administrativa. Como os valores autorizados e pagos por Nelsinho à dupla Ursílio e Guto eram direcionados à CMN mas depositados em contas paralelas, está configurada também a gestão fraudulenta, crime previsto no Código Penal.

Esquema envolvia a Câmara

Os cofres da Câmara também foram alvo do esquema fraudulento envolvendo a empresa de fachada de Guto. Durante a gestão do ex-presidente da Casa, Eduardo Nascimento, ele movimentou mais de R$ 250 mil com notas da RS2.

A natureza dos supostos serviços estão sendo apuradas pela auditoria, já que as divulgações dos atos oficiais da Câmara já vinham sendo feitas no próprio Diário Oficial do Município, órgão criado sob a justificativa de economizar dinheiro público com publicações nesse sentido em veículos de comunicação da cidade. Guto conseguiu, com a anuência do presidente, burlar o sistema e receber as elevadas somas em dinheiro.

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