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28/12/2011 - R7 / Agência Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Duas décadas após fraude, AGU recupera mais de R$ 70 mi desviados do INSS por Jorgina

Por: Carlos Moraes

Jorgina de Freitas é considerada a maior fraudadora do país.

As unidades do Rio de Janeiro e do Espírito Santo da Advocacia Geral da União (AGU) conseguiram recuperar, neste ano, mais de R$ 70 milhões em ouro, dólares e leilões de imóveis da fraudadora do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) Jorgina de Freitas. O esquema de corrupção ocorreu em 1990.

Segundo nota da AGU, a dívida aproximada da quadrilha de Jorgina é de R$ 2 bilhões. Em setembro passado, os procuradores passaram para a União a administração de 44 imóveis sequestrados do advogado Ilson Escóssia, qualificado como o "maior advogado fraudador do INSS".

De acordo com o procurador Regional Federal na 2ª Região, Marcos da Silva Couto, os imóveis foram locados para que o dinheiro seja devolvido para os órgãos lesados pela quadrilha.

- Nós cuidamos da locação desses imóveis e todo valor arrecadado, seja com a locação ou venda vai para o órgão que sofreu com a fraude.

Só de Escóssia foram recuperados cerca de R$ 35 milhões, com o leilão de 36 outros imóveis e de 522 kg de ouro. Segundo a AGU,ainda existem cerca de 300 imóveis da quadrilha a serem apregoados, que dependem de avaliação do Tribunal de Justiça do Rio.

Pena

A ex-advogada Jorgina de Freitas foi considerada a mentora e responsável por um rombo de R$ 310 milhões do INSS quando era procuradora do órgão no início dos anos 1990. Ela ficou 13 anos presa. Em 12 de junho de 2010, ela deixou o presídio Nelson Hungria, no Complexo de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio.

Até a data da soltura de Jorgina, R$ 82 milhões dos R$ 310 desviados por ela e sua quadrilha haviam retornado aos cofres públicos. Em 2003, foram leiloados 63 imóveis da advogada e muitos imóveis ainda aguardam o final das ações. O registro de Jorgina na OAB do Rio foi cassado em 2001.

A ex-advogada foi presa em 1997, ao ser extraditada da Costa Rica, para onde fugiu. Jorgina havia sido condenada em 1992.

Desde 2007 a fraudadora vivia em regime semi-aberto, trabalhando e dormindo na unidade prisional. Quando esteve detida no presídio feminino Talavera Bruce, Jorgina coordenou o concurso Miss Presidiária.

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