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27/12/2011 - Gazeta Web / Jornal Nacional Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpistas enganam turistas na hora de alugar casa ou contratar pacotes

O Procon alerta: é preciso checar ao máximo as informações e referências de pessoas e empresas

Golpistas estão se aproveitando da euforia dos turistas com as festas de fim de ano e as férias de verão. Na hora de contratar uma agência de viagens ou até mesmo alugar uma casa de veraneio, é preciso ter muito cuidado.

Todo mundo está em movimento. O fim de ano é uma época alegre, de ir e vir, de preferência, em direção a uma casa à beira-mar. Nem sempre dá certo, mesmo com contrato de aluguel assinado e adiantamento depositado no banco.

Envergonhada, uma mulher descobriu tarde demais que a casa das fotos não pertencia a quem negociou com ela por telefone. Em um último e-mail, a golpista ainda ofendeu e fez piada. “Eu chorei, fiquei desesperada, entrei em contato com o banco para poder ver se tinha como bloquear o depósito que eu havia feito, mas não tinha mais jeito. Era tarde mesmo”, lamenta a jovem.

O caso de um grupo de amigos é parecido. Eles chegaram a viajar até a praia, e a casa já estava ocupada. “Tem gente que vem aqui com o carro carregado, com criança, cachorrinho, tudo. Muita gente já caiu nesse golpe”, conta uma senhora.

O delegado Luís Ricardo Dias Júnior que trabalha no litoral paulista lembra: ofertas muito tentadoras são perigosas. “As pessoas devem tomar cuidado, principalmente com as grandes oportunidades colocadas na internet. Imóveis situados em localizações privilegiadas com um custo muito aquém do que seria o valor de mercado”, declara.

Destruir um sonho de verão e ainda ganhar dinheiro com isso não é crime hediondo, mas até aparece às vezes. O estrago emocional em quem se vê abandonado no meio do caminho pode ser enorme. “Fiquei dez meses pagando essa passagem para ir para um sonho que não vai se realizar. Infelizmente é isso”, diz um jovem.

A dona de casa Ana Maria Pinheiro pagou mais de R$ 4 mil para cinco pessoas por um pacote de oito dias em Camboriú, em Santa Catarina. Ao todo, 50 passageiros ficaram na calçada esperando por um ônibus que nunca apareceu. Não adiantou telefonar nem procurar o agente de viagens na casa dele. “Dá vontade de chorar, porque a gente planeja tudo para acontecer isso", desabafa a vendedora Vanda Andrade.

A força do sonho não deve enfraquecer, alerta o Procon. É preciso checar ao máximo as informações e referências de pessoas e empresas, principalmente em negócios feitos à distância. “Normalmente se faz conta se esse sonho cabe no bolso, mas tenho que me cercar de todas as informações necessárias para tentar minimizar problemas futuros”, orienta Andrea Sanches, diretora do Procon de SP.

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