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23/12/2011 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia indicia em MT sócios de site de compra coletiva suspeitos de golpe

Uma das vítimas é dona de peixaria em Cuiabá e não recebeu o pagamento. Segundo polícia, dez empresas fornecedoras denunciaram a empresa.

Duas pessoas foram indiciadas pela Polícia Civil de Cuiabá por apropriação indébita após dez empresas fornecedoras de serviços na internet denunciarem um site de compras coletivas. Conforme a polícia, o sócio do site e o gerente estariam promovendo vendas e não repassando o pagamento aos fornecedores, entre eles, academias e restaurantes.

O caso é investigado pela Delegacia de Estelionato, no Centro Integrado de Segurança e Cidadania (CISC), do Planalto, na capital. A Gerência de Combate aos Crimes de Alta Tecnologia (Gecat) auxiliará nas investigações. A Gecat tem em andamento mais de 30 investigações de crimes cometidos com uso da internet.

A Gerência apura dois casos de falsos sites de compra pela internet, montados exclusivamente para dar golpes em pessoas. Os sites oferecem produtos com descontos mais baratos do que os do mercado. As vítimas pagam os boletos ou com uso de cartão de crédito e não recebem os produtos, de acordo com a polícia.

Uma das vítimas dos indiciados, segundo apontou as investigações, denunciou que fez contrato com a empresa mantenedora do site, com sede em Cuiabá, para venda e ofertas de produtos e serviços com descontos pela internet. Ela é dona de uma peixaria e informou que forneceu mais de 100 refeições, porém, não recebeu o pagamento do site, uma vez que o cliente paga com cartão de crédito e a empresa emite um cupom que lhe dá o direito de consumir o produto. Um percentual da venda fica com o site e outro é repassado ao fornecedor.

A polícia contou que vítima relatou em depoimento que por diversas vezes tentou manter contato com a empresa, mas tudo foi em vão, pois o escritório na capital estaria fechado.

Depoimento

O sócio proprietário e o gerente do site prestaram esclarecimentos na delegacia, no último dia 22, e confirmaram que o site lança a oferta e o pagamento é feito para uma empresa credenciada a vários cartões de créditos, que fica com 5,6% do valor e repassa 22,4% para eles. O anunciante recebe um total de 70% da venda.

Por outro lado, a polícia disse que este pagamento que deveria ser repassado às empresas fornecedoras foi apropriado pelos sócios, que alegaram ter comprado um terreno e, por isso, usaram o dinheiro em questão.

A delegada Valéria Pimenta informou que após as queixas dos fornecedores, o site suspendeu as vendas, mas a página na internet ainda está em atividade. Conforme a delegada, até agora nenhum consumidor que adquiriu os serviços reclamou na polícia. “O consumidor que contratou o site foi lesado e isso está comprovado. Já o consumidor da ponta, que comprou, pagou e se não recebeu o produto também foi lesado. Porém, este ainda não reclamou. O prejuízo aqui foi para as empresas fornecedoras”, explicou.

Golpes

Pimenta orienta as vítimas à formalizarem denúncia com o registro de boletim de ocorrência, seguido de cópia do contrato, cheques protestados e outros documentos que comprovem o vínculo com site e a falta de pagamento. Já o consumidor que adquiriu o produto suspenso pelo fornecedor, deve também fazer o registro munido do recibo de compra. Todas as vítimas serão intimadas para depor na delegacia, segundo a delegada.

Para a delegada chefe da Gecat, Maria Alice Amorim, os golpes pela internet se tornam mais comuns nesta época devido as festas de fim de ano, quando as compras na web aumentam. “As pessoas acham que estão levando vantagens ao comprarem produtos baratos e acabam vítimas”, ressalta.

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