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27/12/2011 - Brasil Econômico Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Aproveite as promoções sem risco de ser lesado

Por: Weruska Goeking

Especialistas em segurança de e-commerce e credenciadora de cartões contam como consumidor pode se proteger de falsos sites de promoções na queima de estoque de fim de ano.

Com o final do ano é comum a correria para algumas inadiáveis compras de Natal, mas há quem deixe uma parte das economias para aproveitar as liquidações após as festas. No entanto, é preciso ter cuidado para não acabar com o bolso lesado com promoções falsas.

Além da consulta a órgãos de defesa do consumidor e de sites como o Reclame Aqui, Tiago Ramos, gerente de produto do Site Blindado, orienta que o consumidor cheque se os preços estão muito abaixo dos praticados pelo mercado ou se há descontos "agressivos" para pagamento em boleto bancário e débito em conta corrente.

"Geralmente esse valor fica em torno de 5% a 10%, no máximo 15%, se estiver por menos que isso, já está abaixo do praticado pelo mercado", alerta Ramos, que também diz que sites não idôneos costumam praticar esses descontos porque o pagamento é feito de forma praticamente automática e antes do eventual envio dos produtos.

Eduardo Chedid, vice-presidente de produtos e negócios da Cielo, conta que atualmente cerca de 80% das compras pela internet são feitas com cartões créditos. A explicação está na tecnologia utilizada pelos cartões de débito, que ainda inviabilizam alguns sites de permitirem essa forma de pagamento.

Chedid também destaca os procedimentos de compra. "Nenhum site pede a senha que você usa nas compras físicas ou para acessar o internet banking. Você sempre vai ver um padrão: número do cartão e código de segurança. Se fugir disso, não é seguro", explica.

Além disso, Chedid desaconselha que o consumidor use hiperlinks para acessar a página das promoções. "Você sempre deve ir na barra e digitar um endereço", afirma.

Se já for tarde demais para essas orientações, ainda há tempo de solucionar o problema sem prejuízo financeiro. "Hoje todas as regras protegem o consumidor", diz Chedid.

Se o produto não foi entregue no prazo, o consumidor pode pedir o estorno da compra, seja qual for o meio de pagamento utilizado.

"Imediatamente o banco vai exigir o pagamento desse valor e o estabelecimento terá que comprovar que a compra foi entregue", explica o porta-voz da Cielo sobre as medidas tomadas pelo banco após ser informado da solicitação do estorno.

A credenciadora de cartões também conta com uma tecnologia "invisível" que pode evitar que dados clonados sejam usados para compras. "Pegamos todas as transações, analisamos estatisticamente e criamos modelos comportamentais. Toda vez que uma transação passa pela Cielo, ela é analisada", conta.

Essas análises enquadram a compra em um ranking, que varia de zero a 100. Quanto maior o número, maior o risco envolvido na transação. "Se você faz uma compra em São Paulo e dois minutos depois no Rio de Janeiro, muitas vezes você recebe uma ligação do banco para confirmar a compra", disse Chedid.

"Essa não é uma ação da credenciadora, porque quem tem que zelar pelo saldo da sua conta corrente é o próprio banco, mas ajudamos na decisão dele, se há maior ou menor probabilidade de erro na compra", conclui Chedid.

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