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04/04/2006 - EPTV / Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Dinheiro do Brasil financiou grupos terroristas


NOVA YORK - A promotoria distrital de Manhattan conseguiu rastrear US$ 3 bilhões arrecadados na região da Tríplice Fronteira - Brasil, Argentina e Paraguai - e enviados do Uruguai para o Oriente Médio, segundo reportagens de segunda-feira e desta terça do "New York Post".

Embora os destinatários do dinheiro não tenham sido identificados - a assessoria de imprensa da promotoria disse ao Globo Online não ter detalhes para passar à imprensa - o promotor Robert Morgenthau disse ao "Post" que está tentando cortar o dinheiro de Osama bin Laden.

- Eu não posso sair e prender o Osama bin Laden - disse Morgenthau ao jornal - Mas posso tentar cortar o dinheiro dele.

A reportagem afirma que grande parte dos US$ 3 bilhões saiu de uma área de fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai, mas não identifica as fontes de arrecadação do dinheiro.

O dinheiro passou pelo Bank of America, o segundo maior dos Estados Unidos, e foi enviado por uma empresa de remessa no Uruguai que não tem licença, a Lespan - razão pela qual Morgenthau pode pressionar o Bank of America.

A instituição financeira não é cúmplice dos grupos de arrecadação ou da empresa de remessa, mas feriu a lei ao lidar com um estabelecimento não-licenciado.

Robert Morgenthau forçou o fechamento de uma conta em Nova York que investigadores disseram ter sido usada pela Lespan em Montevidéu para várias contas suspeitas no Oriente Médio.

De Nova York, os fundos foram transferidos para vários lugares do Oriente Médio, como Riad (Arábia Saudita), Beirute (Líbano) e Ramallah (Cisjordânia), onde serviram para financiar os grupos Hezbollah e Hamas, além da Al-Qaeda, diz o "Post".

Esta é a primeira vez em que os americanos conseguem estabelecer um vínculo entre a região da Tríplice Fronteira e o financiamento do terrorismo no Oriente Médio.

A investigação sobre o Bank of America foi derivada do processo de 2004 da empresa Beacon Hill, que movimentou mais de US$ 9 bilhões em fundos suspeitos que incluíam casas de câmbio no Brasil e crimes de sonegação, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha.

Em agosto de 2004, a Polícia Federal brasileira cumpriu mais de 200 mandados de busca e apreensão e dezenas de mandados de prisão temporária, na operação "Farol da Colina" ( que é a tradução de Beacon Hill). Esta operação foi um desdobramento do caso Banestado.

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