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18/09/2007 - Comunidade news Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Brasileiros envolvidos com fraude em Massachusetts serão deportados


Os 27 imigrantes brasileiros presos em Chelsea, Massachusetts, numa armadilha dos agentes de imigração, prometendo documentos para legalização no país, ainda lamentam a participação no episódio. Sete deles foram acusados criminalmente e serão deportados. Outros têm ainda um tempo determinado para permanecer no país.

Um dos brasileiros acusados é Wirlei Gonçalves Dias, 31, que foi atraído por um agente de imigração disfarçado, de nome José, com quem teria se encontrado diversas vezes, antes de ser preso. Em dezembro do ano passado, Wirlei já estava de posse do cartão de autorização de trabalho.

Os outros brasileiros presos e acusados criminalmente são Walace Dias Gonçalves e Creone Angelina Dias, irmãos de Wirlei, Fábio Santonione Almeida, Marcos Rodrigues da Silva, Welton Ribeiro Damaceno e Fabricio Dutra Lopes. Os imigrantes brasileiros moravam em Wayland, Framingham, Brighton, Everett, e um deles era de Coral Gables, Flórida.

Wirlei assumiu a culpa durante audiência realizada no dia 10 último, perante o Juiz Joseph Tauro, na Corte Distrital em Boston. De acordo com Peter Krupp, advogado do brasileiro, a confissão de culpa de Wirlei ajudou a reduzir a pena dele e a tornar a deportação mais rápida. Krupp lamentou a decisão do juiz e justificou a atitude do cliente. “Ele trabalhou muito duro sem se meter em confusão. O governo armou uma arapuca muito tentadora para deixar passar. A tentação foi grande para ele”.

Os documentos do caso mostram que quase todos os que se encontraram num apartamento, equipado com câmeras de segurança, são os que tiveram acusação criminal. A promotoria não explicou porque somente os sete imigrantes foram acusados criminalmente. Os outros 20 brasileiros serão deportados posteriormente.

Milhares de dólares acabaram com o “sonho americano” dos brasileiros

Um brasileiro, que se identificou como Cairo, 36, disse que entrou no esquema por desespero. “Eu queria me legalizar a qualquer custo. Pensei que poderia me tornar legal comprando um documento legal, quis fazer algo errado para fazer algo certo no final, para ficar legal”. Cairo chegou a pagar ,000 ao suposto agente, e foi para Chelsea a fim adquirir o cartão para autorização de trabalho. O juiz de imigração determinou fevereiro de 2008 como prazo para Cairo deixar o país.

De acordo com os documentos da Corte, o agente teria coletado 1,000 dos imigrantes brasileiros. O porta-voz do ICE (polícia de imigração), Mike Gilhooley, disse que a quantia será revertida para outras investigações criminais.

Uma brasileira de 25 anos, e que preferiu não se identificar, pagou ,000 pela autorização de trabalho. Ela chegou a solicitar o Social Security e já tinha a carteira de motorista. A brasileira tachou a operação de “ato covarde”. “Foi como oferecer água para pessoas no deserto, brincaram com sonhos e vidas”, desabafou.

O ICE começou a investigação em julho de 2006, a fim de encontrar imigrantes indocumentados que quisessem comprar documentos através de fraude. O primeiro passo foi divulgar, na comunidade brasileira, que um agente que falava português, no caso José, estava vendendo os documentos.

O apartamento usado para a distribuição dos documentos está localizado no condomínio Jefferson Hills, anteriormente chamado de Edgewater Hills.

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