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19/12/2011 - Plenário / FaxAju Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cheques e cartões de crédito estão na mira de bandidos no país

O ´Fantástico´ mostrou: na correria, a distração vira um prato cheio para os bandidos. Hoje o Bom Dia Brasil mostra novos flagrantes.

Na última semana antes do Natal, as lojas e as ruas estão lotadas apinhadas de gente. Todos estão querendo comprar. A reação do homem flagrado vendendo cheques clonados em uma praça do Centro de São Paulo é correr. Mas na hora de aplicar golpes, ele age com tranquilidade. Faz parte de uma quadrilha que rouba cheque e dados de correntistas.
“Um nome que está limpo, pode ser daqui de São Paulo, pode ser do Paraná, pode ser do Rio. Ninguém sabe o nome da pessoa e de onde ele está limpo”, explica.

Conhecido por “Cabelo”, um homem negocia cheques por R$ 70. A venda acontece bem perto de um posto da PM. Na loja, o teste: o sistema de consultas de crédito dá sinal verde para o golpe. Os cheques passariam facilmente no comércio.

Um estudo feito pela Serasa mostra que no Brasil acontece uma tentativa de golpe a cada 17 segundos. “Muitas vezes o consumidor só descobre quando entra no nosso cadastro negativo, porque evidentemente o fraudador não pagou”, explica Ricardo Loureiro, presidente da Serasa Experian.

Foi assim que o mecânico de refrigeração Marco Aurélio Cardoso, de Belo Horizonte, descobriu era mais uma vítima de golpes. Falsários conseguiram clonar os documentos dele e saíram a fazer compras.

“Eles abriram conta no meu nome, compraram roupas e deram cheques na praça no meu nome. Eu fui chamado de caloteiro, que eu estava dando golpe na praça, e isso aí foi um grande transtorno”, conta o mecânico de refrigeração Marco Aurélio Cardoso.

A falsificação de cartões de crédito também virou negócio para golpistas. Um homem vende máquinas de clonar cartão. O custo: R$ 21 mil. “Você vai colher essa informação, vai jogar para dentro de um programa e vai copiar pra dentro de um plástico, dentro de um cartão”, explica o homem.

“Eles roubam as máquinas dos lojistas – roubam de 10 a 20 máquinas – para produzir uma máquina com o dispositivo dentro. O que acontece? Um falso técnico vai até o lojista com a pretensão de atualizar o equipamento, e ele consegue atualizar o equipamento no lojista”, alerta Henrique Takaki, diretor da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito.

Uma imagem mostra um falsário entrando em uma loja. A compra sai em nome de uma produtora de vídeos aberta pelo golpista só para aplicar golpes. Resultado: um calote de R$ 5 mil no dono de uma distribuidora de alimentos, o empresário Antônio Júnior Dias de Araújo.

“Eles dão o golpe e não consegue mais falar com eles por telefone, chega lá na empresa e não existe mais a empresa. Nem sabia que os sócios da empresa sequer sabem que figuram como sócios”, conta o empresário Antônio Júnior Dias de Araújo.

A produtora de vídeo foi registrada em nome deste segurança com documentos falsos. “Agora tenta imaginar o tamanho da minha indignação”, lamenta o empresário.

Localizado pela equipe de reportagem do Bom Dia Brasil, o golpista que abriu a produtora de vídeos se identifica como Doli. Sem saber que está sendo gravado, diz que usa até nome de mendigos para abrir empresas de fantasmas. “É um mendigo, uma coisa assim. Um cara lá de fora, mora em uma fazenda”, explica o fraudador.

Atenção, usuários de caixa eletrônico: também existe clonagem neles. Câmeras de segurança de um supermercado de Porto Alegre flagram dois homens instalando o chamado “chupa-cabras”, equipamento usado para copiar os dados do cartão bancário.

“No caso do cartão, um mecanismo muito importante é o chip, que evita a clonagem. O cartão que tem só a tarja preta magnética pode ser clonado mais facilmente”, explica o presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Murilo Portugal Filho.

Na hora de pagar a conta, exija que o vendedor passe o cartão de crédito ou débito na sua frente. Tenha cuidado com pessoas que ligam ou mandam e-mail pedindo dados para recadastramento dos cartões.

No caso dos cheques, procure sempre emitir nominal. Preencha sem deixar espaços vazios e nunca deixe requisições ou folhas assinadas. Se você perder um talão ou algum documento de identidade, avise imediatamente a polícia e os sistemas de proteção ao crédito.

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