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18/09/2007 - Gazeta Web Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Aumenta a circulação de notas falsas em Alagoas


Cresce o numero de cédulas de dinheiro falsas circulando em Alagoas. Só neste mês, a Polícia Federal recebeu uma quantia cinco vezes maior do que a média nacional. O prejuízo é para quem cai no golpe.

A gerente financeira, Gleide Oliveira, nunca pensou que seria vítima de nota falsa. Ela disse que sacou dinheiro em um caixa eletrônico e depositou em outro banco, quando se surpreendeu ao receber uma ligação do banco informando que uma das notas era falsa.

“Fui ao banco em que tinha sacado, para tirar satisfação, e eles disseram que o cliente é quem deve estar ciente se a nota é falsa ou não”, declarou. Gleide conta que se viu obrigada a assinar a nota para que o banco avaliasse e perdeu R$ 50,00.

Em geral, quem começa a trabalhar no caixa recebe treinamento para identificar falsificação. Ainda assim, notas falsas acabam passando. “Tomamos as providências, devolvendo as cédulas falsas aos bancos oficiais”, diz João Maciel, presidente da associação de Lojistas do Shopping Iguatemi. Segundo Maciel, em algumas lojas o próprio dono responde pelo prejuízo, ”mas pode acontecer de até o funcionário pagar por isso”, completa.

Em média, 50 notas falsificadas chegam todos os meses à sede da Polícia Federal, mas neste mês foram 300 cédulas. O laudo é elaborado por peritos criminais, que identificam as características de falsificação e as possíveis semelhanças entre as várias notas. A análise é feita baseada em modelos enviados pelo Banco Central.

A nota de R$ 20,00, por exemplo, possui uma faixa homográfica ao centro que dificulta a falsificação; há uma marca táctil do lado esquerdo, na parte de baixo; a marca d’água é bem nítida ao colocar a nota contra a luz; a impressão é simétrica; a sombra do círculo que fica no canto da nota fica exatamente impressa sobre o outro círculo que fica do outro lado. Com um microscópio, é possível visualizar as iniciais do Banco Central no desenho da nota.

“Se uma pessoa recebe uma nota, e desconfia que seja falsa, pedimos que a envie a uma autoridade policial, que a enviará para nós para que possamos analisá-la”, orienta o perito criminal federal, Tiago Melo.

De acordo com o artigo 289, do Código Penal, quem fabrica, guarda ou vende notas falsas comete o crime de moeda falsa e pode ser condenado a 12 anos de reclusão. Vale lembrar que quem recebe notas falsas deve assumir o prejuízo, pois repassá-las intencionalmente é crime de estelionato, com pena de 6 meses a dois anos de prisão.

Para não cair no golpe, acesse o site do Banco Central e descubra como identificar uma falsificação. O site é www.bcb.gov.br

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