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13/12/2011 - O Dia Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Médicos alertam para o risco de tomar uísque falsificado

Bebida servida em 10 boates do Rio é aprovada em análise, mas técnicos pedem atenção.

Rio - Pesquisa da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (ProTeste) em 10 boates cariocas mostrou que o uísque vendido nelas não é adulterado. Mesmo assim, quem gosta de tomar algumas doses na balada deve ficar atento. Segundo a ProTeste, o resultado não pode ser generalizado. “Isso é um bom sinal, mas não podemos afirmar que nenhuma bebida é adulterada, já que a pesquisa foi pontual, em alguns estabelecimentos”, alerta a nutricionista Manuela Dias, técnica responsável pelo estudo.

“Se constatar qualquer problema, o consumidor deve notificar a vigilância sanitária”, completa. De acordo com a ProTeste, os principais tipos de adulteração são a mistura da bebida original com água, aroma, corante, bebida de marca mais barata e álcool — alimentício ou não.

Risco de morte

O uso deste último representa risco para o consumidor, que pode levar até à morte. “Dependendo do tipo de falsificação e da dosagem de álcool, o usuário pode ter morte fulminante, decorrente de insuficiência hepática”, explica o gastroenterologista Marcos Marcondes.

Ele explica que a ingestão de álcool impróprio para o consumo humano pode causar alucinação, agitação, diarreia, vômito e até icterícia. “Pessoa acostumada a beber fica alcoolizada com cinco ou seis doses. Com a bebida adulterada, duas ou três doses, já levam à intoxicação”, disse.

Segundo Marcondes, a ingestão de bebida falsificada pode causar intoxicação em órgãos como fígado e pâncreas: “Em geral, a bebida é misturada com solvente de tinta e até combustível. Nosso organismo não está preparado para estas substâncias”.

Doses vendidas em boates na Barra, no Centro e na Zona Sul foram alvo

Para a análise, os pesquisadores da ProTeste compraram uma dose de uísque da marca Johnnie Walker Red Label sem gelo em cada boate e levaram o material para o laboratório. Os resultados da análise foram comparados com o teor de uma garrafa original da bebida. Ficou constatado que não houve adulteração na composição química das doses analisadas.

O estudo, entre os dias 22 e 30 de outubro, as boates Zero 21 e Nuth (Barra); Mariuzinn e Bar do Copa (Copacabana); Baronetti (Ipanema); 00 (Gávea); Melt (Leblon); Praia (Lagoa); Zozô (Urca); e Rio Scenarium (Centro).

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