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08/12/2011 - Brazilian Voice Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia desbarata esquema ilegal de carteiras de motorista em New Jersey

Por: Leonardo Ferreira

Os “clientes” pagavam entre US$ 2.500 e US$ 7 mil e o lucro era distribuído entre os atendentes do MVC e os intermediários.

Na terça-feira (6), as autoridades estaduais anunciaram a descoberta de um esquema envolvendo 6 funcionários do Departamento de Veículos Auto Motores (MVC), no qual 21 indivíduos pagaram até US$ 7 mil para obterem ilegalmente uma carteira de motorista de New Jersey. Ao todo, 40 pessoas foram acusadas, incluindo intermediários e “despachantes” que faziam o contato entre clientes e os atendentes do MVC.

“Temos tolerância zero com relação a atendentes corruptos do órgão (MVC), que podem comprometer a segurança pública através do acesso à informações pessoais e a habilidade de emitir carteiras de motorista”, disse a promotora pública geral Paula T. Dow. “Nós sabemos que os criminosos procuram documentos no mercado negro para cometerem roubos de identidade e outras fraudes. Em 11 de setembro, os terroristas utilizaram carteiras de outros estados para efetuar os ataques fatais”.

Os atendentes do MVC envolvidos no esquema trabalhavam nas filiais de Lodi, East Orange, Edison, Jersey City e North Bergen. Entre os funcionários acusados estão Anne Marie Manfredonia, de 43 anos, residente em Little Ferry e trabalhava em Lodi, e Cristian J. Toledo, de 33 anos, residente em North Bergen e trabalhava no mesmo município, segundo as autoridades.

As acusações também envolvem alguns residentes locais por também participarem no esquema. A polícia detalhou que intermediários e os funcionários do MVC conspiravam para vender carteiras de motorista digitais para indivíduos que não possuíam documentação suficiente para adquiri-las de forma legal. Em alguns casos, os “clientes” eram estrangeiros que viviam ilegalmente nos EUA.

Os “clientes” pagavam entre US$ 2.500 e US$ 7 mil e o lucro era distribuído entre os atendentes do MVC e os intermediários. Todos os 40 envolvidos enfrentam as acusações de conduta inapropriada, atividade criminosa envolvendo computadores e manipulação de dados públicos. Alguns réus também são acusados de suborno e a maioria dos atendentes e intermediários enfrentam acusações múltiplas.

Algumas das acusações acarretam a pena máxima de até 10 anos de prisão, sendo que os atendentes também enfrentam a pena mandatória mínima de 5 anos de reclusão sem direito à liberdade condicional, segundo as leis de combate à corrupção de New Jersey.

“Queremos enviar uma mensagem clara àqueles que burlam a lei vendendo carteiras de motorista e funcionários que possam estar motivados pela ganância a vender a confiança posta neles. Eles estão sujeitos a longos períodos de detenção”, alertou Stephen J. Taylor, diretor do departamento de justiça criminal.

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