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07/12/2011 - Ponto Final Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Detida por desviar dinheiro para apostas


Uma mulher que trabalhava como operadora de caixa num grupo de turismo e investimento predial foi detida pela Polícia Judiciária, por suspeitas de ter desviado oito milhões de patacas da empresa. O dinheiro terá sido gasto em apostas de jogo e compras.

De acordo com as autoridades, desde o início deste ano que a mulher, de 29 anos e apelido Lam, terá falsificado cheques em nome do grupo para se apropriar de forma indevida do dinheiro e feito transferências sucessivas para as contas das empresas subsidiárias da companhia. A suspeita é residente de Macau e, ainda segundo a polícia, terá começado a gerir as contas do grupo de turismo e investimento predial em Agosto do ano passado.

Na segunda-feira passada, Lam foi detida pela Judiciária nas Portas do Cerco. A mulher regressava do Continente, depois de ter passado um mês fora de Macau. A suspeita ter-se-á ausentado do território quando a empresa para a qual trabalhava a denunciou às autoridades por desvio de dinheiro.

A queixa foi apresentada à Polícia Judiciária em Novembro. As investigações preliminares indicam que a alegada falsificação dos cheques terá começado em Fevereiro. A mulher terá forjado as assinaturas dos superiores para retirar de forma indevida milhões de patacas das contas bancárias das empresas subsidiárias do grupo. Caso tivesse sorte ao jogo, acrescentam as autoridades, Lam restituía o dinheiro que alegadamente levantava. A técnica terá sido usada várias vezes, sem que a companhia para a qual trabalhava se tenha apercebido.

Numa tentativa de dissimular o suposto desvio de dinheiro, Lam terá também feito transferências intercalares das contas das empresas subsidiárias do grupo e alterado os extractos bancários. O caso só foi descoberto em Novembro deste ano, quando a companhia se preparava para levantar uma quantia significativa de dinheiro do banco.

A Polícia Judiciária diz que, pelo menos, oito milhões de patacas foram desviados. Parte do dinheiro terá sido transferida para o Continente e gasta na compra de imóveis. O caso foi entregue ao Ministério Público para mais investigação. S.L.

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