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28/11/2011 - EPTV.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

"Pode existir fraude, mas não neste caso", afirma presidente da Cohab

Por: Cleber Akamine

Silvio Martins foi ouvido pela CEE que investiga a venda de casas populares.

O presidente da Cohab de Ribeirão Preto, Silvio Martins, ouvido nesta segunda-feira (28) pela Comissão Especial de Estudos (CEE) que investiga uma suposta facilitação na compra de casas populares, desqualificou o envolvimento da Companhia Habitacional na fraude em que duas mulheres foram detidas, suspeitas de vender privilégios a interessados em morar no Conjunto Habitacional Paulo Gomes Romeo.

Apesar da afirmação, Martins acredita que não exista um sistema livre de fraudes. “Pode até existir fraude, mas não neste caso. As duas mulheres que foram detidas usaram o nome da Cohab para aplicar o golpe. Depois que surgiram essas denúncias, nós investigamos dentro da Cohab e nada foi constatado”, disse.

Aproveitando a coletiva de imprensa, Silvio Martins pediu a colaboração daqueles que tenham qualquer tipo de informação envolvendo possíveis fraudes na Cohab. “Se alguém souber de algo, que faça a denúncia. Precisamos saber quem são essas pessoas”, declarou.

A comissão, presidida pelo vereador Walter Gomes (PR), deve ouvir na próxima segunda-feira (5) o gerente regional da CDHU, Milton Vieira.

Investigações

O inquérito sobre o possível favorecimento de pessoas na aquisição de moradias populares da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) em troca de dinheiro foi assumido pela Delegacia Seccional de Ribeirão Preto.

Na segunda-feira (21), a prefeita Dárcy Vera informou que havia protocolado um pedido para que o caso fosse conduzido pela delegacia maior da cidade, devido ao envolvimento de seu nome.

Dárcy foi citada por Marta Aparecida Mobiglia, de 45 anos, uma das suspeitas de receber dinheiro para colocar nomes na lista de mutuários do Conjunto Habitacional Paulo Gomes Romeo, como a responsável pela sua contratação.

De acordo com o advogado de Marta, Antonio Carlos de Oliveira, a linha telefônica em que sua cliente fazia os contatos, está à disposição da Justiça para auxiliar nas investigações. “Todas as instruções que foram passadas pela irmã da prefeita Dárcy Vera e pela prefeita Dárcy Vera se deram por telefone. Inclusive, passamos para a autoridade policial o número do telefone da nossa cliente para que seja oficiada a operadora para que se mande a bilhetagem referente a esse número e as ligações recebidas”, disse o advogado.

A prefeita nega envolvimento com Marta e disse ter enviado toda a documentação a respeito do caso para o Ministério Público, único órgão autorizado a investigar prefeitos.

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