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18/11/2011 - RCM Pharma Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Secretário de Estado considera que fraude até 8% é “aceitável” na saúde


Fernando Leal da Costa diz que já foram detectadas situações de “claro desvio”, nomeadamente na área do medicamento.

É “aceitável” que o nível de fraude atinja os 8% da despesa na saúde, que é a média verificada noutros países, admite o secretário de Estado adjunto, Fernando Leal da Costa, avança o jornal Público.

O Ministério da Saúde ainda não contabilizou a percentagem de fraude no sector. Mas já detectou situações de “claro desvio”, nomeadamente na área do medicamento, graças ao Centro de Conferência de Facturas do SNS.

“Há colegas que passam 12 receitas por hora, 24 horas por dia, sete dias por semana, o que não deixa de me causar estupefacção”, afirmou Leal da Costa, quarta-feira à noite, numa conferência na Ordem dos Médicos, no Porto. No final, esclareceu que o exemplo e tratava de “uma caricatura” de algumas das situações que, pela sua estranheza, estão a ser investigadas.

Mas há outras áreas em que têm sido detectadosdesvios, como a diminuição de cirurgias programadas em detrimento do operações feitas para recuperação de listas de espera [que são pagas à parte], disse, citado pelo jornal.

Aos clínicos que queriam saber se ainda há disponibilidade para investir nos cuidados primários, Leal da Costa respondeu que, “em determinados contextos, é mais importante contratar um funcionário administrativo do que mais um médico”.

Confrontado com os estudos que apontam em sentidos opostos – um conclui que há médicos especialistas a menos e outro que há clínicos a mais –, notou que no ministério “há estatísticas para todos os gostos” e que se decidiu centralizar os dados na Direcção-Geral da Saúde. Leal da Costa defendeu também que há “um excesso de software”, com a agravante de os sistemas informáticos “não conversarem uns com os outros”.

Quinta-feira, foi publicado um decreto-lei que transfere para a central de compras da saúde (Serviços Partilhados do Ministério da Saúde) a responsabilidade pelo desenvolvimento, manutenção e operacionalização dos vários sistemas de informação, o que até agora era da competência da Administração Central do Sistema de Saúde.

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