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26/11/2011 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça sequestrou cerca de R$ 80 mi em bens de suspeito, diz juiz em MS

Por: Tatiane Queiroz

Grejianim é apontado como um dos chefes do contrabando de cigarro no país. Suspeito foi preso na quarta-feira (23), em uma fazenda em Eldorado.

A Justiça Federal já sequestrou bens avaliados em aproximadamente R$ 80 milhões do homem apontado pelo órgão como um dos maiores contrabandistas de cigarro do país, Alcides Carlos Grejianim, conhecido como Polaco. A informação é do juiz da 3ª Vara Federal de Mato Grosso do Sul, Odilon de Oliveira.

Polaco foi preso na última quarta-feira (23), em uma fazenda em Eldorado, município distante 440 quilômetros de Campo Grande. A prisão ocorreu durante a Operação Alvorada Voraz, feita pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pelo Grupo de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual (MPE-MS).

Segundo a Justiça Federal, com o dinheiro dos crimes de contrabando, Polaco já teria comprado 11 fazendas na fronteira com o Paraguai. Uma delas tem 2,5 mil hectares e foi avaliada em R$ 25 milhões. Oliveira explica que os bens sequestrados ficam bloqueados e que, após a conclusão do processo, eles podem ser devolvidos ara o dono ou confiscados pela Justiça. “Quando os bens são confiscados passam a pertencer ao Estado e podem ser leiloados”, explicou o Oliveira.

Ainda segundo o juiz, em fevereiro deste ano, a Justiça arrecadou R$ 7 milhões com a venda de nove mil cabeças de gado que pertenciam a Polaco.

Atualmente, Oliveira é titular da única vara de Mato Grosso do Sul especializada em crimes financeiros e de lavagem de dinheiro proveniente do narcotráfico, com jurisdição sobre todo o estado.

“Além de mandar os bandidos para a cadeia, confisco o dinheiro e os bens que eles conseguiram através do crime. Acredito que esse é o maior problema para eles. Quando confiscamos o dinheiro, conseguimos fragilizar o bandido e desarticular o esquema criminoso”, afirmou Oliveira ao G1.

Proteção

O juiz Odilon de Oliveira, é o único que recebe proteção permanente da Polícia Federal dentre os 600 magistrados federais que atuam em varas criminais no país, segundo o a Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe).

“Não tem nem como contar quantas ameaças já recebi. Foram ameças por cartas, bilhetes anônimos, telefonemas e até e-mails”, disse o juiz.

Oliveira afirmou ao G1 que arquiva todas os documentos e provas de ameaças contra ele. “Essa gaveta é só para isso. Dentro dela guardo cartas, gravações e processos de investigações relacionados às ameaças e planos de morte contra mim”, afirmou.

Para garantir a segurança do magistrado, equipes de agentes federais, fortemente armados, escoltam o juiz 24 horas por dia.

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