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17/09/2007 - Folha de Boa Vista Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia investiga 800 casos de carteiras de motorista falsas

Por: Cristina Oliveira


O delegado Herbert de Amorim Cardoso, adjunto do NRCasp, delegacia que investiga crimes que envolvem serviços públicos, diz que ainda há cerca de 800 casos de emissão de carteiras de habilitação falsas em Roraima, datados de 2004.

Amorim já relatou dois inquéritos. Em um deles, 12 pessoas foram indiciadas, entre instrutores de Centro de Formação de Condutores (CFC) e alunos dessas escolas. Os condutores foram investigados porque suas assinaturas não coincidem, caracterizando a falsificação da carteira de habilitação. Os indícios de falsidade são verificados tanto na prova escrita, quanto na prática.

Na última sexta-feira, um ex-instrutor foi indiciado porque uma condutora confessou que não havia realizado a prova prática para a carteira de habilitação e, mesmo assim, teria sido aprovada. Também há despachantes entre os envolvidos. O delegado afirma que, depois do concurso público para o Detran (Departamento Estadual do Trânsito) em Roraima, as denúncias de emissão de carteiras falsas pararam. “Esses casos ainda são referentes a 2004”, informa.

Para o funcionário do Detran envolvido com o crime, a acusação é de peculato eletrônico, isto é, inserção de dados falsos em sistemas eletrônicos de informação, além de formação de quadrilha e falsidade ideológica. Quando o crime é denunciado, o NRCasp encaminha a documentação para o Detran, relatando que houve a fraude e a autarquia estadual abre procedimento administrativo para o cancelamento da carteira de habilitação falsa.

Os problemas com a emissão de carteiras de habilitação falsas poderiam ter motivado até um homicídio. Em abril de 2003, o examinador do Detran Dilmar Mesquita foi assassinado com três tiros à queima-roupa no Parque Anauá, durante uma prova prática. A morte teria sido motivada porque Dilmar se negou a aceitar propina para que aprovasse alunos de CFCs em Roraima.

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