Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


ÚLTIMOS TREINAMENTOS DE 2018 SOBRE FRAUDES E FALSIFICAÇÕES
Veja AQUI programação e promoções dos últimos treinamentos de 2018 da DEALL R&I
sobre Fraudes e Falsificações nos dias 14, 22 e 29 de novembro.


AFD SUMMIT
A maior Conferência de Investigação Corporativa & Perícia Forense da América Latina.
São Paulo dias 08-09 de dezembro de 2018


Acompanhe nosso Twitter

18/11/2011 - EPTV.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia pede quebra de sigilo telefônico de golpista da CDHU

Suspeita acusa Dárcy Vera e a irmã de participarem do esquema; prefeita nega.

O delegado Marcelo Veludo Garcia de Lima, do 4º Distrito Policial, solicitou a quebra de sigilo telefônico da representante comercial Marta Aparecida Mobiglia, de 45 anos, suspeita de participar de um esquema de vendas de casas do CDHU. Na quinta-feira (17), ela disse à polícia que negociou um emprego com a prefeita Dárcy Vera, com as funções de recolher dinheiro e documentos para a aquisição de moradias. Marta seria responsável por repassar tudo à Marli Vera, irmã da prefeita, em troca de um salário de R$ 1,8 mil por mês.

Nesta sexta-feira (18), a arquiteta Maria Rosa Lopes Ferreira prestou depoimento. Segundo o delegado, ela disse não conhecer o relacionamento existente entre a prefeita Dárcy Vera, a irma, Marli Vera, e a representante comercial Marta Aparecida Mobiglia.

Ainda de acordo com Veludo, a arquiteta disse que vem sofrendo ameaças. O depoimento durou 3h30.

Dárcy Vera nega acusações

A prefeita Dárcy Vera negou qualquer tipo de envolvimento com o caso, e disse ainda que vai contribuir com todas as investigações. Perguntada se ela já tinha conversado com a representante comercial, Dárcy garante que jamais falou sobre esse assunto com alguém. "Eu falo com todo mundo. Eu falo por twitter, facebook, orkut, retorno todas as ligações. Mas posso afirmar, com certeza, que nunca tratei deste assunto, com qualquer pessoa que seja. Por isso faço questão e estou a disposição para esclarecer", disse a prefeita Dárcy Vera.

Sobre o envolvimento da irmã, Marly Vera, Dárcy a defendeu. "Minha irmã não trabalha comigo, não trabalha na prefeitura, não tem nenhum cargo público. Se a minha irmã conhece ou não conhece, eu nao sei. Ela já disse que não conhece", comentou.

Marli Vera nega participação

Procurada pela reportagem da EPTV, Marli Vera, irmã da prefeita, disse por telefone que não conhece e que nunca conversou com a mulher que fez as acusações.

CDHU

Duas mulheres suspeitas de cobrar até R$ 6 mil para facilitar a compra de casas da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) de Ribeirão Preto foram detidas no dia 8 de novembro. Ao todo, 11 pessoas foram ao 4º Distrito Policial registrar boletim de ocorrência.

Com a promessa de que seriam contempladas com moradias no bairro Paulo Gomes Romeu, elas afirmam que chegaram a pagar R$ 1,6 mil para entrar na fila de distribuição de imóveis. Segundo o delegado Marcelo Veludo Garcia de Lima, as casas são da CDHU, no entanto, o cadastro é da Cohab.

“Eu dei o valor de R$ 3 mil para conseguir essa casa da Cohab”, disse o músico Giliard Tavares Reis.

“Ela falou que a casa ia sair em março. Eu dei o dinheiro em janeiro. Passou o mês de março e elas disseram que iam dar a casa em julho. Na esperança de ter a casa, aconteceu o que aconteceu. Agora, só Deus sabe”, disse uma mulher que preferiu não ser identificada.

O presidente da Cohab de Ribeirão Preto, Silvio Martins, afirmou que vai investigar se funcionários estão ligados ao suposto crime. “Eu estou aqui, junto com o chefe do jurídico, para apurar isso. Vamos levantar junto à autoridade policial se tem algum nome de funcionário envolvido”, declarou.

As duas suspeitas foram ouvidas e liberadas. Segundo a advogada da dupla, suas clientes responderão apenas ao juiz. “Elas me passaram que elas são inocentes. Elas vão falar em juízo.”, disse a advogada Maira Ferreira Teles que foi chamada pelas suspeitas, sem as conhecê-las. "Não tive tempo para conversar com as minhas clientes. Elas pegaram o meu cartão e me ligaram", disse Maira.

Ministério Público

O promotor de Justiça Sebastião Sérgio da Silveira acredita que funcionários públicos estão envolvidos em vendas irregulares de casas da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), em Ribeirão Preto. Um inquérito irá apurar uma suposta improbidade administrativa envolvendo servidores da CDHU e da Cohab.

Para o promotor, as negociações contam com a ajuda de servidores. “Eu pessoalmente não acredito que pessoas de fora da CDHU e da Cohab possam estar intermediando isso sem a colaboração de funcionários desses dois órgãos. Vamos tentar apurar quem são de fato essas pessoas envolvidas no esquema”, afirma.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 235 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Divulgação





NSC / LSI
Copyright © 1999-2018 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal