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16/11/2011 - Comunidade News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Terceira pessoa envolvida em esquema de fraude de visto é condenada na Flórida

Esquema deus visto a mais de 1 mil pessoas.

Um júri federal na Flórida condenou, no último dia 7 de novembro, a brasileira Rafaela Dutra Toro, 30, por participar de um esquema que fraudou vistos de trabalho H-2B para mais de mil imigrantes. Eles eram recrutados para trabalhar em hotéis na Flórida e outros estados do país.
Rafaela foi considerada culpada de planejar e executar o esquema, disseram autoridades do Departamento de Imigração. Outros quatro brasileiros já haviam sido condenados em 2010.

A brasileira pode pegar pena máxima de 10 anos em prisão federal e será deportada após o cumprimento da sentença.

“Estas pessoas envolvidas neste caso orquestraram uma fraude complexa e de grandes proporções. Eles tiraram empregos de cidadãos norte-americanos e outros que estavam legíveis para trabalhar neste país”, disse Susan McCormick, uma agente especial do Departamento de Segurança Interna.

De acordo com as evidências apresentadas no julgamento, Rafaela trabalhava para VR Services localizada em Orlando, FL. A empresa era uma grande contratante de mão de obra temporária para inúmeros hotéis. A empresa recrutava imigrantes, em sua maior, parte brasileiros sem documentos. Documentos falsos eram fabricados para que eles obtivessem a autorização de trabalho. Além disso eles falsificavam contratos de trabalho com os hotéis mostrando que cidadãos norte-americanos haviam sido contratados quando na verdade não eram.Eles pagavam entre U$350 e U$750 para cada empregado contratado para preencher as petições fraudulentas de H-2B. Mais de 100 hotéis receberam trabalhadores através do esquema.

Em outubro de 2010, o casal Wilson e Valéria Barbugli, sócios da VRServices, foram condenados a 18 meses e 2 anos respectivamente.
De acordo com o Ministério Público (MP) do Estado de São Paulo, Valéria é uma das líderes da quadrilha que foi desbaratada no ano passado. A operação teve a participação do MP, Polícia Civil, Polícia Federal e Consulado Americano em São Paulo. Ainda de acordo com o MP, as empresas da quadrilha eram intermediárias de mão de obra para empresas nos Estados Unidos.

Um número determinado de vagas era garantido pelos empregadores. A quadrilha, porém, pedia um número bem maior de vistos de trabalho temporário para a imigração americana. As milhares de pessoas lesadas no esquema nem chegava a embarcar, porque o visto era negado.

O trabalho era na verdade destinado a uma minoria. Muitos dos lesados ficaram ilegalmente nos Estados Unidos, pois acabaram ficando sem o trabalho prometido e sem dinheiro. A quadrilha ameaçava entregar para a imigração os imigrantes que permaneceram no país.

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