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14/11/2011 - Jornal de Negócios Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Roubar conta do Facebook rende 144 euros a um pirata informático

Por: Carla Pedro


A Kaspersky, empresa russa de segurança de dados, analisou quanto pode ganhar um "hacker" dedicado a cometer fraudes na Internet e concluiu que uma conta de Facebook vale 144 euros no mercado negro. Os dados de um cartão de crédito só valem 7 euros devido à maior dificuldade em ocultar o cibercrime nestes casos.
Os piratas da Internet podem ganhar muito dinheiro, diz a empresa russa de segurança Kaspersky Lab. Um exemplo recente é o de “hackers” estónios, que foram detidos pelo FBI: estima-se que os seis criminosos apanhados tenham angariado mais de 10 milhões de euros desde 2007. O exemplo é apontado pelo “Liberdaddigital”.

A Kaspersky analisou as estatísticas de infecção com “malware” decorrentes das fraudes “online” que mais se cometeram nos últimos anos para calcular o custo das actividades dos “hackers”.

A título de exemplo, a Kaspersky assegura, citada pelo “Liberddigital”, que um pirata informático embolsa 144 euros por cada dado de acesso à conta de um utilizador de uma rede social que conseguir vender no mercado negro.

Esse mesmo mercado negro recompensa com uma média de 7 euros os dados completos de um cartão de crédito. Não é tão elevado face aos dados de uma conta de Facebook. Mas porquê? É que apesar de o dano poder parecer superior ao dos dados de uma rede social, o uso dos cartões de crédito está muito mais vigiado e é mais difícil ocultar qualquer uso fraudulento via Internet, refere a mesma fonte.

Se o pirata informático conseguir a “password” para entrar numa conta de-mail, consegue obter 14,50 euros. E por cada PC que consiga infectar com um cavalo de Troia (“trojan”), de modo a poder manipulá-lo como uma equipa zombie numa rede controlada por cibermáfias, recebe 2,10 euros. O melhor pagamento é o de um passaporte clonado, que vale mais de 700 euros, segundo os valores avançados pela Kaspersky e citados pelo “Expansión”.

O jornal espanhol sublinha que não estar protegido na Internet pode sair mesmo muito caro. “A média de dinheiro que os cibercriminosos roubam das contas bancárias a que conseguem ter acesso é de 540 euros”, refere a mesma fonte.

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