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02/11/2011 - Jornal de Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresas chinesas e russas são as mais disponíveis para pagar subornos


As empresas da China e da Rússia são as mais propensas a pagar subornos no estrangeiro, enquanto as holandesas e suíças são as que menos arriscarão esta possibilidade, segundo um relatório da organização não-governamental Transparência Internacional.
As empresas dos dois "gigantes" emergentes, que investiram 85 mil milhões de euros no estrangeiro em 2010, surgem no topo de uma lista que integra 28 países exportadores, a nível internacional e regional (Índice de Pagadores de Suborno).

De acordo com um inquérito realizado junto de 3000 empresários de países desenvolvidos e em desenvolvimento, subornar as autoridades públicas quando se fazem negócios é uma ocorrência normal.

As empresas tentam corromper os funcionários públicos para ganhar concursos públicos, contornar a legislação e acelerar ou influenciar decisões governamentais.

No entanto, as empresas têm quase a mesma apetência por pagar subornos a outras empresas, o que indica que a corrupção não deve ser apenas uma preocupação do setor público, mas também do sector privado, implicando riscos financeiros e de reputação para as companhias envolvidas.

As economias da China e da Rússia desenvolveram-se rapidamente na última década e devem crescer 9,6 e 4,8 por cento, respectivamente, e posicionam-se nos primeiros lugares da tabela de países que pagam subornos.

No extremo oposto, encontram-se a Holanda e Suíça, logo seguidas da Bélgica e Alemanha (Portugal não foi analisado).

O Brasil encontra-se a meio da tabela, no 14.º lugar.

A Transparência Internacional analisou também os sectores mais permeáveis à corrupção.

Num conjunto de 19 sectores, a construção e obras públicas são a actividade mais susceptível ao pagamento de subornos.

"É um sector em que a falta de qualidade e a infracção às regras podem ter efeitos desastrosos na segurança pública", observa a ONG.

As indústrias do petróleo e do gás também são especialmente sensíveis à corrupção. A Transparência Internacional adianta que as empresas que operam na Nigéria já foram multadas em mais de 2,3 mil milhões de euros entre 2010 e 2011 por subornarem funcionários públicos.

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