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27/10/2011 - Folha de São Paulo / Reuters Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Funcionários de ferrovias são processados por fraude bilionária nos EUA


Promotores dos Estados Unidos acusaram 11 pessoas por participação em uma fraude no sistema previdenciário, que envolveu centenas de funcionários de ferrovias federais que apresentaram atestados falsos de invalidez.

De acordo com a Procuradoria de Manhattan, o esquema causou prejuízo de US$ 1 bilhão aos cofres públicos.

Em alguns casos, os funcionários alegavam que estavam incapacitados para trabalhar, apesar de serem vistos fazendo atividades físicas, como jogando golfe ou andando de bicicleta.

Ex-funcionários da Ferrovia de Long Island, médicos peritos e uma agência de funcionários de ferrovia federais são acusados de participar do esquema, no qual funcionários apresentaram atestados falsos de invalidez. A atitude lhes permitiu receber remunerações máximas por suas aposentadorias, afirmam os promotores.

Para ter o atestado falso, os funcionários pagavam de US$ 800 a US$ 1.200 para médicos peritos. Os médicos os conduziam então a exames desnecessários e preenchiam um atestado médico que permitira aos funcionários requisitar a aposentadoria por invalidez. Dois médicos foram multados e um terceiro está morto.

Em muitos casos, os funcionários estavam muito mais saudáveis do que o atestado indicava, segundo os promotores.

Um dos acusados, um ex-gerente de engenharia, recebe cerca de US$ 105 mil de benefício, baseado em um atestado que indica "dor crônica". Entretanto, ele foi encontrado jogando tênis e golfe várias vezes por semana durante sua aposentadoria.

Outra acusada foi vista escavando neve pesada e caminhando com um carrinho de bebê durante 40 minutos, apesar de o atestado médico indicar que ela está incapacitada para ficar em pé por mais de cinco minutos sem sentir dores nas pernas. Ela recebe cerca de US$ 108 mil por ano, de acordo com os promotores.

A investigação começou em 2008, após uma série de reportagens do jornal "The New York Times" citando a fraude.

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