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27/10/2011 - Brazilian Voice Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Brasileiro pega 2 anos e meio de prisão por fraude de US$ 1 milhão nos EUA

Por: Leonardo Ferreira

Mateus Ribeiro da Costa foi considerado culpado de apresentar contas fraudulentas a seus patrões por serviços não prestados.

Em abril desse ano, o imigrante Mateus Ribeiro da Costa foi considerado culpado e condenado a 2 anos e meio de detenção por fraude na transmissão de dinheiro, anunciaram a promotora pública Barbara L. McQuade e Andrew G. Arena, agente especial do FBI. Entre 2007 e 2010, as autoridades informaram que Costa fraudou em quase US$ 1 milhão seu empregador, a Magneti Marelli North America (MMNA), apresentando contas falsas, despesas fictícias e cartas forjadas. O FBI, com a assistência de investigadores da empresa, descobriu o esquema e prendeu o réu quando ele tentava embarcar em um voo rumo ao Brasil. Além da pena de 2 anos e meio de reclusão, Mateus terá que ressarcir a MMNA a quantia de US$ 985.359,11.

As evidências descobertas pelos investigadores revelaram que desde abril de 2007 até julho de 2010, Costa deu início ao esquema alegando que trabalhava com uma companhia que provia serviços em conjunto com um contrato entre a MMNA e a General Motors of Mexico. O brasileiro disse a seus patrões que o cliente não queria ser pago por serviços prestados via remessas de dinheiro ou cheques. Ao invés disso, Costa afirmou que a prestadora de serviços preferia que todos seus clientes, incluindo a MMNA, pagassem suas contas através de cartões de crédito. O brasileiro convenceu a gerência da empresa a permitir que ele mesmo pagasse pessoalmente a companhia utilizando seu cartão de crédito corporativo. Então, a administração da empresa concordou com a operação e ressarciria o funcionário.

Em abril de 2007, Costa apresentou despesas falsas, que incluía notas forjadas da prestadora de serviços com relatórios detalhados das operações para justificar as contas. Na realidade, a companhia não havia prestado nenhum serviço à MMNA que justificasse as contas emitidas. O brasileiro recebeu inúmeros cheques de reembolso, correspondentes às despesas falsas apresentadas e e-mails enviados a seus patrões, pagas com seu cartão de crédito corporativo.

Em junho de 2010, administradores da MMNA informaram Costa que ele não estava mais autorizado a realizar pagamentos à prestadora de serviços utilizando seu cartão de crédito corporativo. Ao invés disso, a companhia seria paga através de remessas eletrônicas de dinheiro. Para manter o esquema funcionando, o brasileiro informou a seus patrões que a prestadora de serviços o instruiu para ignorar as remessas eletrônicas e, ao invés disso, pediu que os pagamentos futuros fossem depositados em uma conta corrente, desconhecida pela MMNA, aberta por ele para continuar a fraude.

Entre abril de 2007 e junho de 2010, Costa recebeu aproximadamente US$ 985.359,11 em reembolsos da MMNA através de contas fraudulentas apresentadas a seus patrões. Após receber os pagamentos, o brasileiro os depositava em várias contas correntes, enviava dinheiro ao Brasil ou gastava com despesas pessoais, como férias de luxo, jantares caros ou compra de terrenos no Brasil. O caso foi investigado pelo FBI e representado pelo promotor público federal Louis Gabel.

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