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25/10/2011 - Visão Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Australiana processa bancos por permitirem fraude do filho de 14 anos

O filho angariou 145 mil euros, só num ano, através de operações fraudulentas na internet. Agora, a mãe está a processar os quatro maiores bancos australianos que permitiram a fraude do filho, depois de os ter alertado várias vezes para o que se estava a passar.

Segundo o jornal australiano The Sydney Morning Herald, a mulher (por razões legais o seu nome não é revelado) exige uma indemnização e um pedido de desculpas dos bancos Commonwealth Bank, ANZ, Westpac e NAB pela atitude passiva que tiveram em relação a este caso.

A mãe do menor esclareceu que alertou várias vezes os bancos, que nunca chegaram a fechar as contas bancárias abertas pelo filho. Chegou a denunciar 15 vezes o caso à policia.

Só em 2007 o adolescente, na altura com 14 anos, angariou cerca de 145 mil euros através da venda de produtos inexistentes, no site de vendas online eBay. O esquema passava por abrir contas com documentos falsos onde oferecia a venda de produtos, desde portáteis a relógios e telemóveis. Depois de descoberta a fraude, o jovem cumpriu pena em instituições para menores.

Para além do esquema de vendas, o menor começou a enganar os bancos, aproveitando-se do cheque especial. Conseguia depositar pequenas quantias em contas diferentes passando a ter o direito de retirar quantias maiores.

De acordo com a imprensa australiana, o jovem, agora com 19 anos, conseguiu enganar o Commonwealth Bank, abrindo uma conta com uma certidão de nascimento falsa e fazendo-se acompanhar por um amigo adulto, que se fazia passar por seu tutor.

O sucesso temporário do esquema permitiu ao adolescente comprar roupas de marca, como Versace e Prada, levar amigos para fins-de-semana noutras partes do país e alugar apartamentos de luxo e limusinas.

A mãe do adolescente contou ao The Sydney Morning Herald que "era uma mãe solteira de dois filhos, a tentar desesperadamente colocar comida na mesa e ele voltava de banquetes em restaurantes de luxo e entregava-me restos em embalagens de plástico".

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