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21/10/2011 - Jornale Curitiba Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Quadrilha que fraudava CNH usava molde de silicone

Grupo fraudava sistema de biometria no Rio.

Grupos suspeitos de fraudar o processo de aquisição de CNH (carteira nacional de habilitação) no Rio de Janeiro chegaram a lucrar até R$ 800 mil por mês e cerca de R$ 10 milhões por ano, e a usar moldes de silicone para forjar digitais e burlar o sistema de biometria.

Até o final da manhã, 29 pessoas foram presas na operação comandada pela Polícia Civil em parceria com o Ministério Público Estadual e a Corregedoria do Detran no Estado. Ao todo, foram expedidos pela Justiça 42 mandados de prisão e 64 de busca e apreensão.

Segundo a polícia, os grupos cobravam de R$ 800 a R$ 4.000 dos interessados em fraudar o processo para obter a CNH.

Estima-se que até 200 candidatos se beneficiavam do esquema todo mês. Entre os presos até agora, há funcionários e prestadores de serviços do Detran.

Ao todo, segundo as investigações, 21 centros de formação de condutores estavam envolvidos no esquema. Os grupos estavam espalhados em 11 cidades do Rio e em mais de 20 bairros da capital.

“Eles atuavam em todas as fases do processo, como exames médicos e psicotécnicos, e não apenas no exame final, na rua”, disse o corregedor do Detran, David Anthony.

“Os criminosos chegavam a usar um molde feito à base de silicone com formato do dedo dos candidatos, permitindo que não precisassem atender diversas fases do processo”, explicou o delegado titular da Delegacia de Defraudações, Gabriel Fernando.

Ainda segundo o delegado, todos os beneficiários terão suas CNHs cassadas e devem responder por falsidade ideológica e corrupção passiva. Os outros suspeitos devem responder por formação de quadrilha, falsificação de documento público e corrupção ativa.

As investigações sobre o esquema começaram em 2009. Os presos estão na Acadepol (Academia de Polícia) da capital.

A chamada Operação Contramão foi desencadeada a partir de informações da Corregedoria do Detran e de investigações da Delegacia de Defraudações da Polícia Civil fluminense.

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