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12/09/2007 - Diário de Cuiabá Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Perda de 20% com gambiarras na região

Por: Joanice de Deus


O índice perda de energia elétrica na Grande Cuiabá gira em torno de 20%, conforme a Rede Cemat. Um dos motivos são as gambiarras, que vêm sendo combatidas pela empresa com a substituição da rede convencional pela multiplexada. Até o ano passado, foram substituídos 213 quilômetros de cabos, com recursos na ordem de R$ 12 milhões. Nos últimos dois anos, a reforma de rede atingiu mais de 25 mil pessoas.

Para este ano, serão aplicados mais recursos na reforma de rede em bairros como Pedra 90 II, Jardim Umuarama, Três Barras e Dr. Fábio II, todos na Capital. A meta da empresa é reduzir o percentual de perda para 10% até 2010.

De acordo com o gerente do Departamento de Recuperação de Energia (DRE) da Cemat, Wagner Gentil, há vários tipos de fraudes, que vão das mais simples às mais avançadas. Mas todas vêm sendo perseguidas pela empresa com estratégias de inteligência, profissional e pesquisa.

O gerente explicou que, especialmente na periferia, um dos tipos mais comuns de gambiarras é a utilização dos ganchos, que são colocados na rede com o objetivo de desviar a energia e que podem reduzir significativamente o consumo de eletricidade. Os cabos multiplexados não permitem a instalação do gancho. “No Pedra 90, antes da troca dos cabos, tínhamos 60% de perdas. Hoje, esse índice caiu para 3%”, informou Gentil. “Vamos acabar com a gambiarra em Mato Grosso”, garantiu.

Gentil explicou ainda que as ligações clandestinas podem causar oscilações de energia, queima de transformadores ou prejuízos em outros componentes da rede elétrica que podem resultar na interrupção do fornecimento de energia.

Ele ainda relembrou que quem perde com as fraudes é própria população, pois a tarifa contempla as perdas elétricas. Isso significa dizer que se alguém não paga, outro consumidor está pagando por ela.

Além disso, o furto de energia é crime previsto no artigo 155 do Código Penal Brasileiro, que prevê pena de um a quatro anos, além de multa, para quem “subtrair, para si ou para outrem, coisa alheia móvel”.

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