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03/04/2006 - Diário da Serra Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Trio acusado de falsificar dinheiro é preso em flagrante


No início da tarde de sábado, 1° de abril, investigadores da Polícia Judiciária Civil de Tangará da Serra prenderam Cristiano Pereira Santos, 19 anos, mais conhecido como “Batata”, Cristiano Raimundo “Cachorrinho” e Huderson Carlos Ackermann. O trio é responsável há pelo menos três meses por golpes no comércio local e da região via distribuição de notas falsas. Eles foram detidos na casa do Batata no bairro Vila Alta, onde os policiais encontraram uma impressora e 18 notas falsas de R$ 50,00 e outras 37, também falsas, de R$ 10,00. A falsificação das notas segundo a polícia era grosseira. Com papel semelhante ao chamado papel-moeda, os esleliontários conseguiam ter um produto do mesmo tamanho, porém mais apagado. O trio foi autuado em flagrante por estelionato e após prestar depoimento foi encaminhado a Cadeia Pública. As cédulas apreendidas serão encaminhadas para o Instituto de Criminalística em Cuiabá. “Segundo o delegado Edmar Farias, da Delegacia de Furtos e Roubos, os bandidos repassavam o falso dinheiro no comércio. Suspeita-se que metade daqueles que recebiam as notas dos criminosos sabia que as mesmas eram falsas. Uma nota verdadeira era trocada por cinco falsificadas. “Depois de três meses de investigação os policiais conseguiram desarticular a ação do trio, que estava sendo investigado desde o mês de dezembro, quando várias notas falsas de R$ 50, 00 foram apreendidas no comércio local”,declara o delegado.

Farias explica que as notas falsas passam mais facilmente em locais de aglomeração de pessoas, como bailes e shows.

Cuidados: Se desconfiar da autenticidade da cédula, não a destrua, nem a repasse. Os únicos que podem afirmar a veracidade de uma nota são os peritos da Polícia Federal e do Banco Central.

Sempre que receber um dinheiro, o primeiro passo é reparar a espessura da nota. O papel das verdadeiras é mais grosso. É possível ver também um fio magnético vertical embutido no papel, a marca d´água na área branca do lado esquerdo, e o registro coincidente ao colocar a cédula contra a luz. Há também fibras coloridas espalhados pelos dois lados da cédula.

Crime previsto na lei: A falsificaçao é crime e está no artigo 289 do Código penal. As moedas falsas, mas de boa qualidade, são enquadrados neste artigo e o processo é julgado por um juiz federal. Se a cédula for uma falsificação grosseira, a Polícia Federal encaminha o caso para a Polícia Civil. Já não é mais o caso de falsificação e sim de estelionato, artigo 171. É instaurado um inquérito e um juiz estadual julga o caso.

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