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11/10/2011 - EPTV.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Trabalhadores são vítimas de golpe e perdem dinheiro após demissão

Ministério Público do Trabalho e Polícia Federal investigam o caso.

O Ministério Público do Trabalho e a Polícia Federal investigam um golpe aplicado por empresas, principalmente de pequeno porte. Empregados são demitidos e induzidos pelo próprio empregador a impetrar na Justiça para receber os direitos. Mas a empresa indica o advogado que deveria defender os interesses do demitido. E no final das contas, o acordo final não cobre tudo que o empregado teria a receber.

De acordo com o Ministério Público do Trabalho, no ano passado 12 empresas foram autuadas fazendo o golpe. Em 2011, são 16 descobertas fazendo a liberação simulada. A Polícia Federal tem 69 inquéritos abertos que investigam advogados da região que podem estar envolvidos com a fraude

Segundo o procurador Nei Messias Vieira, em alguns casos, os funcionários assinam documentos em branco que depois os impede de entrar na Justiça para receber os direitos legais.

A Fraude

A fraude começa no momento em que o funcionário sai do local onde trabalhou. Ali mesmo é orientado a procurar um advogado da empresa para conseguir receber todo o dinheiro que tem direito. Já na primeira audiência, em frente ao juiz, esse mesmo advogado que está representando o trabalhador faz uma proposta de acordo, que é claro, vai ao encontro dos interesses da empresa. A sessão termina com o empregado recebendo menos do que deveria na rescisão.
Em São Carlos, por exemplo, uma empresa de segurança é acusada de aplicar o golpe. Ela negou ter indicado advogado para reduzir os direitos trabalhistas de demitidos.

Um ex-funcionário de uma empresa suspeita de fraudes contou como foi “convencido” a aceitar o esquema. “Fui demitido depois de pegar alguns atestados, pois, eu tive problemas de rinite e alergia. Foi retaliação. Eles me chamaram na sala e explicaram os meus direitos e indicaram um advogado, garantindo que assim seria mais rápido. Fui ameaçado. Disseram que se arrumasse outro advogado iam me deixar no fim da fila para receber”, disse o ex-funcionário que pediu para não ser identificado.

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