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26/09/2011 - RCM Pharma Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

GNR desmantela esquema de fraude com medicamentos no Norte


A GNR pôs fim a um esquema de burla com medicamentos comparticipados em várias farmácias da Região Norte. O estratagema estaria a prejudicar o Estado “em milhares de euros”, segundo o Núcleo de Investigação Criminal do Destacamento Territorial de Penafiel, responsável pela operação, avança o jornal Público.

A fraude era protagonizada por dois indivíduos do Porto, de 28 e 30 anos, que compravam nas farmácias medicamentos caros, muitos da área da Psiquiatria, com comparticipação estatal muito elevada, usando para o efeito receitas médicas com assinaturas falsificadas e vinhetas obtidas de forma ilícita. Um médico já se queixou de que a sua assinatura foi falsificada.

Os dois indivíduos compravam os medicamentos, que chegavam a custar perto de 200 euros, “por preços muito reduzidos, para posteriormente os encaminharem para o “mercado negro”, onde conseguiam obter elevadas margens de lucro”, refere o comunicado da GNR, citado pelo Público.

Abordados sexta-feira de manhã numa farmácia do centro de Paredes quando acabavam de aviar uma receita, os indivíduos deslocaram-se a várias farmácias dos distritos do Porto e de Braga, nomeadamente Guimarães, Vizela, Penafiel, Paredes, Maia, Trofa e Porto, adiantou o capitão Babo Nogueira. As receitas eram aviadas “com nomes de doentes fictícios”, acrescentou.

Constituídos arguidos, os dois ficaram a aguardar o desenvolvimento das investigações em liberdade. Nas buscas domiciliárias efectuadas, a GNR apreendeu várias dezenas de embalagens de medicamentos, um computador portátil e cerca de mil euros em dinheiro.

Foi a primeira vez que o destacamento de Penafiel efectuou uma operação deste tipo. Mas nos últimos tempos têm sido detectadas muitas fraudes com medicamentos. A Inspecção-Geral das Actividades em Saúde, por exemplo, descobriu casos de médicos que já tinham morrido e “assinavam” receitas e de doentes que teriam aviado grandes quantidades de remédios e que também já tinham morrido. Devido à dimensão previsível das fraudes, a inspecção aconselhou a tutela a suspender a emissão e distribuição de novas vinhetas para receitas médicas porque ninguém controlava então o sistema de receitas passadas à mão.

A prescrição electrónica passou a ser obrigatória a partir de Agosto deste ano, mas ainda há excepções.

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