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06/10/2011 - Rondonoticias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraude e corrupção nos cursos de Medicina na Bolívia

Matéria veiculada em site acreano denuncia a facilitação de diplomas e desleixo de parte dos alunos brasileiros.

A matéria intitulada “Cursos de medicina na Bolívia: fraude, corrupção e perigo real para a saúde pública brasileira”, publicada ontem no site Ac24horas pelo jornalista Ray Melo, denuncia uma série de fraudes e corrupções que estariam acontecendo em algumas universidades da Bolívia, incluindo o comportamento despreocupado de alunos acreanos que estudam em tais instituições.

A reportagem narra que a realidade nas principais faculdades do país vizinho é a de que quem tem dinheiro para pagar para passar nas provas poderá ter a plena certeza de se formar em medicina e ingressar no mercado acreano, através de apadrinhamento de pessoas influentes do meio político. A cidade de Santa Cruz é tida como paraíso para quem gosta das noitadas de bebedeira e prostituição. Alguns acadêmicos brasileiros estariam lesando a boa-fé dos pais e fraudando provas e avaliações de cursos de medicina.

Ainda segundo o site de notícias, a revalidação de diplomas seria um mero obstáculo para alguns dos fraudadores, que, acostumados com as facilidades proporcionadas pelas propinas, fazem a revalidação pagando generosas quantias em instituições brasileiras. Os rigores que muitos reclamam que existe na revalidação do diploma adquirido em países da América do Sul são facilmente contornados por uma minoria que pode pagar. Segundo informações obtidas pela reportagem do site, pessoas ligadas a faculdades bolivianas teriam contatos no Brasil para agilizar o processo de revalidação.

Ufac mantém método de revalidação por meio do MEC

A Universidade federal do Acre (Ufac) não entra no mérito da discussão sobre a qualidade do ensino nas instituições do país vizinho. Ela adotou há três anos o método de revalidação de diplomas via Ministério da Educação e Cultura (MEC), no qual os alunos formados na Bolívia têm que passar por testes para obter a licença e atuar no Brasil.

O assessor de comunicação da Ufac, João Petrolitano, lembra que a instituição apenas encaminha as inscrições dos candidatos para o concurso nacional, tendo em vista que ela não teria condições estruturais para realizar os testes no Estado, uma vez que o certame exigiria espaço, gastos e corpo docente específicos.

Petrolitano diz ainda que o processo de revalidação dos diplomas dos médicos formados no exterior segue padrão semelhante ao que é realizado pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e outras instituições do país. A presidente do Conselho Regional de Medicina no Acre (CRM), Dilza Terezinha Ribeiro, não foi encontrada na entidade para opinar sobre o assunto.

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