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07/10/2011 - Veja Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Policiais davam proteção a máfia israelense no Rio

Operação da PF e do Ministério Público Federal encontra ligação entre PMs e agentes da Polícia Civil com grupo criminoso internacional.

Em um intervalo de pouco mais de dois meses, a ‘banda podre’ da polícia do Rio incluiu, em seu currículo de malfeitorias, dois capítulos inéditos. O primeiro, a quadrilha de – pelo menos – 11 policiais militares comandados pelo tenente-coronel Claudio Luiz Santos Oliveira que matou a juíza Patrícia Acioli. O segundo veio à tona na manhã desta sexta-feira, 7 de outubro: policiais militares e civis davam proteção a uma máfia internacional que explora caça-níqueis, contrabando, comércio ilegal de pedras preciosas, lavagem de dinheiro e outras ações criminosas.

A operação batizada de “Black Ops” prendeu, nesta sexta-feira, três policiais do Rio de Janeiro acusados de integrar a quadrilha e encobrir as ações do grupo. As investigações começaram a partir da tentativa de homicídio contra o bicheiro Rogério Andrade, em abril de 2010. A partir da identificação de crimes federais ligados ao caso, as investigações passaram a ser conduzidas pela PF e pelo Ministério Público Federal.

A partir da manhã desta sexta-feira, policiais federais foram às ruas em sete estados e no Distrito Federal para cumprir 22 mandados de prisão preventiva e 119 de busca e apreensão. Os policiais atuam nos estados do Rio de Janeiro, ão Paulo, Distrito Federal, Alagoas, Pernambuco, Rondônia e Espírito Santo.

Com investigações de campo e escutas telefônicas autorizadas pela Justiça, a investigação revelou que a quadrilha possuía ligações com membros da máfia israelense e tinha a proteção armada de policiais civis e militares do Rio.

De acordo com um comunicado divulgado pelo MPF, o esquema de lavagem de dinheiro baseava-se na compra de imóveis em nome de "laranjas" e de concessionárias de veículos que importavam e vendiam ilegalmente carros usados – uma prática proibida no Brasil. A quadrilha também atuava na corretagem imobiliária de mansões para israelenses na Barra da Tijuca, bem como no mercado de pedras preciosas.
"Trata-se de mais uma vitória da Procuradoria da República no Rio de Janeiro na luta constante no combate à criminalidade organizada, à lavagem de dinheiro e ao jogo ilegal", diz o comunicado, destacando a avaliação dos procuradores envolvidos na operação.

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