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30/09/2011 - Decision Report Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Riscos de fraudes preocupam auditores internos


Em meio a protestos contra corrupção em todo o país, centenas de renomados profissionais participaram de dezenas de painéis que estimulavam o debate sobre as melhores práticas existentes de auditoria interna, capazes de diminuir os riscos de desvio de dinheiro, seja em empresas públicas ou privadas.

A presença de Jorge Hage, ministro-chefe da Controladoria Geral da União (CGU) foi um dos principais destaques do congresso. Em sua palestra, sobre os desafios no controle interno da administração pública, o ministro mostrou uma síntese das ferramentas criadas nos últimos anos pela CGU, como o cadastro nacional de empresas inidôneas com 2580 nomes, dos quais 2390 já estão proibidos de participar de licitações do governo; além de sistemas que controlam, por exemplo, gastos com compra de passagens áreas por órgãos públicos, que às vezes, pode variar entre R$ 90,00 e R$ 900,00 em um mesmo trecho São Paulo - Brasília, que segundo ele, denota um claro problema de gestão. O ministro destacou também os trabalhos de auditoria que vem sendo realizados, buscando melhorias de processos e evitando novos casos de fraudes.

"Em um país de dimensões continentais como o Brasil, não há outra solução se não valer-se de instrumentos tecnológicos para monitorar o maior número possível de irregularidades e pressionar as reformas processuais para que corruptos e corruptores possam ir efetivamente para a cadeia", disse o ministro.

Outro grande momento do congresso foi a participação de Phil Tarling, presidente da Confederação Européia de Auditores Internos e vice-presidente do Instituto de Auditores Internos Global - o IIA Global. Phil foi categórico ao afirmar que as empresas precisam ter coragem para tornar pública, as descobertas internas de fraudes, sem medo de possíveis escândalos. "Expor o problema e mostrar as consequências de punição é a melhor forma de dar um exemplo à sociedade. As companhias precisam passar por essa mudança cultural e falar abertamente sobre o assunto".

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