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02/10/2011 - Correio do Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraudes e calúnias lideram o ranking

Por: Michelle Rossi


Alguém começa a postar no seu Facebook ou Twitter mensagens em tom de ameaça. O perfil criado para envio de tais mensagens não dá pistas para identificação do autor e provavelmente vêm de um perfil falso. O volume de mensagens com provocações começa a aumentar a ponto da pessoa registrar um boletim de ocorrência por temer risco de vida. O fato aconteceu recentemente com a modelo e apresentadora de TV, Ana Hickmann e, o acusado de postar as mensagens de ameaça, é de Campo Grande. Ele só foi localizado pois a apresentadora contratou um serviço particular de rastreamento que identificou R.B., 24 anos, como emissor das tais mensagens no Twitter da apresentadora. Constatado que o suspeito de ter praticado as ameaças era do Estado, um advogado da apresentadora na Capital de Mato Grosso do Sul vem acompanhando o desenrolar das investigações.

Outro caso recente envolvendo o mundo virtual teve como protagonista o desvio de uma quantia de R$ 360 mil da conta do Serviço Social da Indústria (Sesi) de Campo Grande. O dinheiro seria destinado para a compra de três caminhonetes e deveria ser depositado na conta do Banco do Brasil, mas foi parar na conta de M.D., 30 anos, que gastou grande parte da quantia em pagamento de contas, viagens, compra de carro importado – um Mini-Cooper – e muita festa. Ele foi preso pela Polícia Civil, mas foi solto e vai responder ao processo em liberdade.

Os dois casos recentes ocorridos no Estado dividem o topo da lista de crimes virtuais praticados no Brasil: calúnia e difamação na internet e fraude bancária pelos meios virtuais, segundo informações do perito criminal federal Marcos Vinícius Lima, chefe da Divisão de Perícia da Superintendência da PF, em Brasília. Pelo terceiro ano consecutivo, o perito é o organizador da Conferência Internacional de Perícias em Crimes Cibernéticos (ICCyber 2011), um dos mais importantes eventos de tecnologia e perícias em informática da América Latina, que está em sua oitava edição e será realizado entre os dias 5 e 7 de outubro na cidade de Florianópolis (SC), com a participação inclusive de agentes da Polícia Federal Estadunidense, o FBI, e a Polícia Internacional, Interpol.

Lei do menor esforço

Na internet, também impera a lei do menor esforço, indica o perito. “As redes sociais potencializaram a prática de crimes pela internet, como calúnia, difamação. Também há redes organizadas que se utilizam dessa ferramenta para explorar crimes como pedofilia e tráfico de drogas”, aponta o perito, em entrevista ao Correio do Estado. “No encontro, rede social vem sendo um tema recorrente”, diz.

Recentemente, a Comunidade Europeia aprovou uma regulamentação para que serviços como Google e Facebook armazenem as informações de acessos de seus clientes por, pelo menos, dois anos. “No Brasil ainda dependemos da cooperação dessas empresas pois não há leis que as obrigam a entregarem essas informações. No entanto, as empresas têm demonstrado, nos casos em que foram solicitados, cooperação com a Polícia Federal”, descreve o perito federal.

O Marco Civil da Internet no Brasil já foi formulado e está no Congresso Nacional para votação. Hoje, todos os crimes praticados na rede virtual são classificados por associação aos crimes já existentes no Código Penal.

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