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07/09/2007 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpistas usam CPFs para repassar empresas fraudulentas


Em Pernambuco, golpistas estão usando CPFs de pessoas que nunca pensaram em abrir um negócio para criar ou transferir a propriedade de empresas fraudulentas.

O auxiliar de pedreiro Delmiro Oliveiro da Silva foi vítima do ex-patrão, que, endividado, passou para o nome dele lojas de roupas e acessórios. O contrato transfere para o novo sócio todas as dívidas, passivas e ativas – no caso dele, mais de R$ 350 mil.

“A primeira coisa que apareceu aqui na minha casa foi o carro da polícia, com a intimação. Estou há cinco anos desempregado, só por causa desse problema", diz Delmiro.

Um ex-carregador de caminhão trabalhou 33 anos, perdeu a visão e está impedido de se aposentar, porque não consegue a emissão de um CPF. A irmã descobriu que duas empresas foram abertas em nome dele. “A Receita Federal me pediu que eu fosse prestar queixa na delegacia de fraudações, e nisso fica essa burocracia, e meu irmão não consegue se aposentar”, ela conta.

As pessoas que são vítimas desse tipo de golpe devem procurar a Junta Comercial do Estado e pedir que o caso seja investigado. Enquanto isso, a empresa fica impedida de tirar certidões e de fazer alterações no contrato.

É um caminho longo para que a vítima do golpe prove inocência: mais de 15 mil inquéritos estão acumulados na delegacia de repressão ao Estelionato no Recife. Cada um dos três escrivãos responde por 5 mil casos.

Mas existe um caminho que previne o aparecimento de novas vítimas do golpe. “É preciso que cada contribuinte esteja consciente que precisa declarar o Imposto de Renda, inclusive como isento. Ao declarar como isento, ele receberá uma notificação da Receita Federal, caso alguém esteja utilizando o nome dele como laranja”, alerta Valmar Menezes, delegado da Receita Federal.

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