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15/09/2011 - Bem Paraná Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Estelionatário se passa por agente da dengue em Londrina

Secretaria recebeu quatro denúncias nos últimos dias; em uma residência, ele conseguiu furtar

A Secretaria Municipal de Saúde de Londrina recebeu nesta semana quatro denúncias de que um homem, com sotaque nordestino, tem abordado moradores em casas da região do Jardim Quebec, se passando por agente de endemias da dengue. O homem chegou a furtar uma das casas a que teve acesso.

O coordenador de Endemias, Elson Belisário, alerta que os agentes da Secretaria estão sempre uniformizados e com identificação. O uniforme é da cor caqui, podendo, em alguns casos, estarem vestindo camiseta branca. Qualquer peça possui identificação do logo da Prefeitura, além de outros detalhes que comprovam ser agente da Secretaria.

Além disso, eles portam uma bolsa de material, uma prancheta, uma bacia, um pesca larvas e produtos químicos. “Todos os agentes são orientados a se identificarem, assim que chegam às casas. Caso eles não estejam com o crachá da Secretaria, eles devem estar munidos de um documento de identidade”, afirmou Belisário.

Outra orientação que o coordenador passa é que, normalmente, os agentes são conhecidos pela população. “Na dúvida, pedimos que a pessoa entre em contato com a Secretaria e que peça para saber se realmente a pessoa é agente de endemias.” O número é 0800-4001893, a ligação é gratuita e pode ser feita das 7h30 às 17h30.

Belisário ainda pediu para que a população não barre a entrada dos agentes. “Estamos passando por um momento crítico, é importante que os agentes visitem as residências e as vistorie. Se estiver com dúvida sobre o agente, ligue no número e verifique antes de permitir a entrada do agente.”

Sobre as visitas, o coordenador disse que é importante que o morador acompanhe o agente, principalmente enquanto ele estiver dentro da residência. “A vistoria no interior da casa, geralmente, dura de dois a três minutos. No quintal, a checagem pode ser um pouco mais demorada, levando de 8 a 10 minutos. É importante que o morador acompanhe, nem que seja de longe, o que o agente está fazendo”, orientou.

Quando o agente entra nas casas, ele vistoria todos os locais de possível água parada. Depois da checagem, ele registra a visita na ficha domiciliar, que fica na residência, em alguma porta da casa. Também passa essas informações para a sua prancheta. Caso o morador observe alguma atitude suspeita, deve entrar em contato com a polícia e com a Secretaria, através do número já citado.

Os agentes visitam as residências de 60 em 60 dias, em média. No entanto, quando há algum caso suspeito, o período de vistoria pode diminuir e, em alguns casos, chega a ser de 15 em 15 dias. “Na região do Jardim Quebec, o período está acima dos 60 dias. O homem suspeito disse que voltava na próxima semana, isso não é comum”, reforçou Belisário.

O suspeito, com forte sotaque nordestino, não está completamente uniformizado e não assina a ficha domiciliar.

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