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17/08/2011 - Bem Paraná Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Esquema de fraude tinha ramificação no Paraná

Receita federal do Brasil estima perdas em R$ 1 bilhão em sonegação e evasão de divisas.

A operação Alquimia, que confiscou uma ilha de 20 mil metros quadrados nas proximidades de Salvador, cumpriu ontem dois mandados de busca e apreensão no Paraná, uma em Curitiba e outra e Araucária, cidade da Região Metropolitana de Curitiba. A ilha está no nome do chefe de um esquema que teria fraudado o fisco em R$ 1 bilhão, com ramificações em 17 estados brasileiros e Distrito Federal.
No local foram apreendidos carros de luxo e barcos. A investigação, que começou na década de 1990 numa empresa de Juiz de Fora (MG), foi feita pela Polícia Federal em parceria com a Receita Federal e o Ministério Público Federal.

Segundo o último balanço, a Polícia Federal prendeu 23 pessoas na Operação Alquimia, todas na Bahia. Dos 63 mandados de condução coercitivas foram cumpridos 45. Todos os 129 mandados de busca e apreensão foram cumpridos.
Foram apreendidos cerca de 2,5 quilogramas de ouro em barra, R$ 40 mil em espécie em apenas um dos locais, oito jet skis e uma lancha em uma ilha localizada na Bahia, três armas de fogo, cerca de 100 veículos, maquinário industrial das empresas envolvidas, farta documentação contábil, discos rígidos e mídias computacionais, entre outros. A maior parte das empresas é do setor químico.

Os principais alvos da operação estão em Minas Gerais, Bahia e São Paulo. Os outros Estados envolvidos são Alagoas, Ceará, Espírito Santo, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, Amazonas, Goiás, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí e Distrito Federal.

A operação investiga crimes de evasão de divisas, sonegação fiscal, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e formação de quadrilha cometidos por empresas laranjas.

Para conseguir burlar o Fisco, empresas laranjas vendiam produtos para empresas legais e iam acumulando crédito de impostos a pagar. Quando esse montante chegava a um determinado valor— não revelado —, essa empresa “quebrava” e desaparecia.
Das 300 empresas que estão sendo investigadas, 30 ficam em paraísos fiscais, principalmente nas Ilhas Virgens Britânicas.
A Justiça decretou 31 mandados de prisão temporária, 129 de busca e apreensão, 163 de condução coercitiva e 195 sequestros de bens contra pessoas jurídicas e 62 de pessoas físicas.

Cerca de 650 policiais e delegados da Polícia Federal participam da operação, além de 90 auditores fiscais da Receita Federal.
Ainda no Sul, foram cumpridos mandado de busca e apreensão em uma empresa do setor de produtos químicos no Bairro Navegantes, em Porto Alegre

Em Santa Catarina foram cumpridos mandados em Joinville e Imbituba. Em Joinville houve a apreensão de dois veículos, uma empilhadeira, documentos e dois hds. Em Imbituba, foram apreendidos documentos e material de informática.

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