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03/08/2011 - Bem Paraná / Agência Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Publicidade enganosa é fraude comum

Posto vendia produto de distribuidora diferente da marca que ostentava na fachada.

Entre as irregularidades mais comuns está a publicidade enganosa, que lesa o consumidor, de acordo com o líder sindical e o delegado. Em dois postos bandeirados (com marca) foram encontrados combustíveis de outra distribuidora diferente da indicada pela logomarca ostentada pelo estabelecimento. A prática é proibida pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) e representa quebra de contrato. Para o consumidor, ela é uma prática enganosa, uma vez que ele vai ao posto atraído pela marca ostentada, mas que na verdade vende outro tipo de produto, diverso daquele que ele comprou.
O delegado Caricati lembra que, embora a gasolina comum seja igual em todo o País, cada companhia desenvolve a sua e costuma cobrar valores diferenciados para justificar o diferencial do produto.

“Não estamos falando da qualidade do combustível, mas o consumidor é enganado porque compra um e leva outro”, disse Fregonese, presidente do Sindicombustível. Ele ainda acrescentou que esta também pode ser uma forma de sonegação, uma vez que o dono do posto compra um produto por um preço e vende por outro. “Serve ainda para esquentar produto comprado sem nota”, advertiu o sindicalista.
Em outro posto, a marca da distribuidora foi retirada, mas o estabelecimento mantinha as cores da empresa, o que, para o delegado, poder representar a indução do consumidor ao erro. Fregonese explica esse tipo de posto, como clone.
Em um quarto posto, as bombas foram lacradas pela equipe do delegado Caricati. “Eles nos informaram que o posto estava desativado e para nos certificarmos disso, lacramos todas as bombas”, disse Caricati. Ainda foram encontrados produtos vencidos nas prateleiras das lojas de conveniência de um dos postos fiscalizados.

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