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10/08/2011 - pe360graus Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Caso Monique: amigas e soldados podem ser indiciados por fraude processual

De acordo com o delegado Igor Leite, eles alteraram a cena do crime e forjaram o socorro da vítima, mesmo sabendo que ela estava morta.

Podem ser indiciadas por fraude processual as jovens Monique de Freitas da Silva (à direita) e Mércia Cristina Vieira da Silva (à esquerda), que testemunharam a morte da amiga Monique Valéria Miranda (foto 3), 20 anos, no último domingo (07), ocorrida num quarto de um hotel de trânsito, dentro do Parque de Material Aeronáutico do Recife (foto 5), no bairro do Ibura. Os três soldados suspeitos de envolvimento no caso também poderão responder pelo mesmo crime.

A informação foi dada pelo delegado Igor Leite (foto 2), responsável pela investigação, após tomar o depoimento das duas mulheres e também da mãe de Mércia e do namorado de Monique de Freitas. "Os depoimentos colhidos no dia de hoje, principalmente da autora do disparo e da testemunha ocular, indicam que, na verdade, não houve um socorro prestado à vitima após o disparo. Um dos soldados teria constatado pela pulsação que a vítima já teria falecido, e então, com o intuito de ocultar a ação criminosa, ele teria simulado o socorro e solicitado que fosse feita a limpeza no local do crime, além de buscar a munição para substituir a que tinha sido deflagrada. Então, na verdade, o que houve foi a intenção de fraudar a cena do crime, que é crime de fraude processual", explicou.

O policial se referiu à limpeza feita no quarto onde a jovem foi morta e também à substituição do cartucho deflagrado por um intacto na arma que matou Monique Valéria - no momento do disparo, a pistola 9mm estava nas mãos de Monique de Freitas. A pena para o crime de fraude processual pode variar entre 4 e 6 anos de prisão.

Os depoimentos duraram aproximadamente três horas e aconteceram na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), na Imbiribeira. Elas chegaram chorando, acompanhadas de parentes, e não quiseram conversar com a imprensa. Após falar com o delegado, deixaram o prédio mais calmas.

Nesta quinta-feira (11), os pais da jovem que morreu serão ouvidos. Na sexta (12), será a vez dos três soldados. Inicialmente, prevê-se que o depoimento deles será tomado na Base Aérea, onde estão presos administrativamente.

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