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30/08/2007 - O Momento Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpe do falso seqüestro tem acontecido com maior freqüência


As informações do gerente da Caixa Econômica Federal de Lages, José Cappelletti Batalha (Capela), mostram que o lageano tem caído em golpes que constantemente a mídia tem noticiado. O número de pessoas que caem no golpe do falso seqüestro tem aumentado.

O gerente explica como é aplicado o golpe do falso seqüestro. "Primeiro, o bandido liga para um número qualquer. Diz que é da operadora de telefonia. Eles dizem que estão fazendo reparos técnicos na linha e pedem que a pessoa passe algum telefone de um conhecido para ser feito um teste. Nisso a vítima passa o telefone de algum parente", conta. Daí o bandido tem as informações para dar início ao golpe.

Ele liga para o número repassado e diz que está com a pessoa que lhe passou o contato. No caso a vítima do seqüestro seria aquela que repassou as informações para a falsa empresa de telefonia. Como o bandido especula algumas coisas, ele sabe o que falar para deixar a pessoa nervosa. "Eles costumam colocar uma pessoa gritando ao fundo, para dizer que é o seqüestrado", reforça. Nisso é feito o pedido do dinheiro. A vítima e o bandido negociam.

Com o telefone ligado, a pessoa precisa ir até o banco e sacar a quantia acertada. "Durante este tempo, se a pessoa desliga o celular, o bandido ameaça matar o seqüestrado", diz Capela. Esta tática é utilizada para que a pessoa não entre em contato com o parente que supostamente está sob a mira da arma dos bandidos. O dinheiro deve ser sacado na agência e depositado em uma casa lotérica para que o dinheiro apareça na conta do bandido, instantaneamente. "Normalmente estas contas são abertas por laranjas na Caixa e uma pessoa fica em algum lugar do país, pronto para sacar o dinheiro assim que a vítima depositar", explica Batalha.

"Há poucos dias constatamos que um senhor estava sendo vítima do golpe, pois fazia um saque no caixa, e não tirava o telefone do ouvido, e estava muito apreensivo. Nossos funcionários já sabem que o golpe está cada vez mais comum. Ele foi alertado. Porém não deu bola. Sacou o dinheiro. Saiu da agência e retornou em seguida, dizendo que havia caído em si, e que realmente era um falso seqüestro", conta.

Na semana passada o Gerente do Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina (Ipesc), Cezário Flores, foi vítima do falso seqüestro. Os bandidos ligaram para a casa dele, fingindo serem policiais, e pediram informações. Nisso, ligaram para Flores, e disseram ter seqüestrado seus filhos. "Foi aí, que desliguei o telefone, antes mesmo deles pedirem dinheiro", afirma. Mesmo nervoso, ele conseguiu localizar os filhos e constatar que tudo não passava de um golpe.

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