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30/08/2007 - Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresa aplicava golpe da casa própria no centro


SÃO PAULO - Diretores da empresa RO Realiza Representações Comerciais que ocupa cinco andares de um prédio na rua Rêgo Freitas, 354, na região central da cidade de São Paulo foram presos por policiais da Delegacia de Repressão a Roubo e Furto de Veículos do Deic (Departamento de Investigação sobre Crime Organizado) por estelionato. Dois diretores, dois gerentes, um supervisor e um consultor estão entre os detidos. A empresa é autorizada a vender consórcio da casa própria. Mas durante as negociações, as vítimas eram convencidas de que se tratava de um empréstimo. Para evitar ações judiciais, os funcionários gravavam depoimentos dos interessados que, sem perceberem, afirmavam estarem comprando o consórcio.

A equipe passou a investigar o caso depois da denúncia de uma empregada doméstica. Ela afirmou ter depositado R$ 2 mil na conta da empresa para conseguir o empréstimo. Porém descobriu que tinha sido enganada. Segundo o delegado Adalberto Barbosa, a RO Realiza vende consórcios da casa própria para a empresa Credicasa.

- A RO Realiza não empresta dinheiro. O pior é que o valor deveria ser depositado na conta da Credicasa, mas acabava desviado - explicou o delegado.

Os investigadores detiveram os diretores Eduardo Alexandre Raica, de 37 anos, e Carlos Eduardo de Oliveira, de 28, o gerente comercial Osmar Tadeu Zimmer, de 50, o gerente de vendas Ailton Manoel de Freitas, de 34, o supervisor de vendas Carlos Alberto Alves da Silva, de 35, e o consultor Alcides Diniz de Oliveira Júnior, de 43. Todos estão sendo autuados por estelionato e formação de quadrilha.

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Comentários


Autor e data do comentário: cleilson Alves - 15/06/2015 23:16

Tambem fui enganado, com a descoberta da fraude, como fica a situação de quem pagou valores.


Autor e data do comentário: Equipe MdF - 28/10/2009 08:13

Concordamos em principio com quanto afirmado pelo Sr. Eduardo, observamos porém que NÃO somos um orgão de mídia, jornal ou similar e não temos um editor nem uma redação nem jornalistas em nossos quadros. Ou seja as notícias que reproduzimos não são de nossa autoria e por isso nao podemos aportar qualquer modificação para não alterar o teor das mesmas. Somente reproduzimos notícias publicadas pela mídia em geral, e não produzimos textos pois isso implicaria ter uma redação e uma estrutura para verificar o que for publicado e, além de não ser nosso objetivo, não temos recursos para isso.
Contudo, estamos desde já a total disposição para retificar as notícias publicadas SE E QUANDO os orgão de mídia, responsaveis para as mesmas, assim fizerem. O mesmo pode ser dito em relação a reprodução de novas notícias que venham a ser publicadas por qualquer mídia e relativas ao desfecho de casos anteriormente tratados. Basta nos informar e nos reproduziremos sem falta !
Por transparência podemos até criar um link entre as notícias relacionadas de forma a facilitar o acompanhamento das mesmas.


Autor e data do comentário: eduardo - 28/10/2009 02:33

Concordo que as noticias devem ser dadas e a populaçao informada de acontecimentos importantes. O problema é que quando "Réus" acusados sem provas concretas muitas vezes por arbitrariedades ou falhas do "sistema" e posteriormente inocentados, continuam tendo seus nomes divulgados como criminosos condenados (o que nao é verdade) e consequentemente sofrendo constrangimento publico além do óbvio dano moral. Entendo que caso a noticia continue a ser exibida, os nomes dos envolvidos devam ser demonstrados apenas na forma de suas iniciais, conforme acontece nos sites de veiculos de comprovada idoneidade e que respeitam os direitos de todos como "O Estado de Sao Paulo", e ainda que fosse tambem exibida uma nota abaixo da noticia demonstrando o desfecho final do caso. Salvaguardando o direito a ampla defesa e tambem evitando maculas "eternas"



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