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03/07/2011 - O Barriga Verde Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Não caia nos golpes pela internet

Grupo internacional de hackers que atende pelo nome de LulzSec recentemente tirou do ar vários sites oficiais no País. Entre eles estavam o da Presidência da República, do Senado e de dois ministérios – Esporte e Cultura.

O ataque a páginas eletrônicas de órgãos que estão – ou deveriam estar – preparados para não ter seus equipamentos invadidos leva à dúvida se a pessoa que faz uso de um computador doméstico com conexão à internet está precavida para não ser surpreendida.
“O cidadão comum deve saber que não só os sites do governo possuem vulnerabilidade e podem sofrer ataques de cybercriminosos, mas também qualquer pessoa pode ter problemas dessa natureza”, adverte o delegado da Polícia Civil e especialista na investigação de crimes cibernéticos Higor Vinicius Nogueira Jorge.

Há ações no dia-a-dia que podem dificultar a ação de criminosos digitais (veja quadro).
A todo o momento usuários da internet são bombardeados com e-mails indesejáveis e mensagens fraudulentas com o intuito de obter vantagens financeiras.

Os casos mais comuns são mensagens oferecendo grandes quantias em dinheiro, ofertas de produtos com preço abaixo do mercado e aquelas que tentam convencer o usuário a abrir determinada página na internet, álbum de foto e cartões virtuais.

Segurança

O proprietário da PC Trade Comércio e Serviços de Informática Ltda., em Jaú, Alexandre Spatti, diz que é comum os hackers encaminharem os chamados cavalos de troia. Trata-se de um programa que executa duas funções: uma para a qual foi aparentemente projetado e outra com o intuito de provocar danos ao usuário.

Outro tipo de vírus é o banker, que se apropria de dados bancários (leia texto) e causa estrago para quem usa o internet banking. “O antivírus não detecta essa invasão porque se trata de uma operação autorizada”, diz Spatti.

Ele aconselha os internautas a manter programa de antivírus eficaz e atualizado e tomar cuidado ao receber arquivos encaminhados por pessoas desconhecidas ou por órgãos oficiais.

De acordo com o delegado, outras ações são atualizar os programas do computador usados automaticamente, incluindo o sistema operacional e o navegador, e evitar sites de procedência duvidosa, como os sites com pornografia, programas piratas ou que forneçam músicas e vídeos para download.

Burocracia dificulta investigação

O delegado da Polícia Civil e especialista em investigação de crimes cibernéticos Higor Vinicius Nogueira Jorge ressalta que há dificuldades para a apuração de crimes cometidos com o uso de computadores.

A competência da investigação cabe às Polícias Civil e Federal.
“Um dos grandes problemas é a excessiva burocracia para obter informações sigilosas sobre os criminosos, como dados sobre o sigilo telemático ou dados cadastrais”, aponta. “Outro é o fato de os provedores de acesso e conteúdo não serem obrigados a guardar os logs dos seus usuários por determinado período.”

De acordo com Jorge, a elucidação dos crimes virtuais deve ser feita com a utilização dos métodos de investigação criminal tradicional em conjunto com recursos da inteligência policial e da tecnologia e segurança da informação.

Em relação aos ataques sofridos por sites oficiais, o delegado ressalta que os órgãos públicos devem investir maciçamente na segurança de seus recursos tecnológicos.
“Não basta investir em tecnologia e segurança da informação se aqueles que fizerem uso destes recursos não estão preparados para isso”, diz Jorge, referindo-se aos que usam os computadores. (AZ)

Supervisor tem conta invadida

O supervisor administrativo Valberto Bruckner foi vítima de golpe virtual há quatro anos. Uma pessoa que trabalhava com ele usou o computador e acabou instalando vírus na máquina ao receber spam com fotos curiosas.

Acostumado a utilizar a internet para operações bancárias, Bruckner foi usar o computador para retirar extrato, quando na página da instituição financeira abriram campos para que preenchesse com dados pessoais. Como estava fazendo recadastramento de sua conta, digitou as informações.

Assim que terminou a operação, o supervisor recebeu telefonema de funcionário do banco em Brasília, perguntando se havia feito saque.

Naquela hora descobriu que tinha sofrido um golpe. “Alguém que estava numa cidade do Nordeste sacou R$ 2 mil de minha conta”, conta Bruckner. Ele conseguiu que o banco ressarcisse o prejuízo, mas teve de esperar três meses até a solução do problema. (AZ)

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