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07/07/2011 - Diário do Nordeste Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Suspeito usava nome de prefeitura

Por: Miguel Portela

Na polícia, Assunção tentou evitar a Imprensa e, ao depor, disse que fez as compras "a pedido de um amigo".

Inspetores da Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF)prenderam, na tarde de ontem, um homem acusado de aplicar golpes no comércio de Fortaleza afirmando ser funcionário de prefeituras do Interior do Estado. Segundo a Polícia, Pedro Assunção Frota de Sousa, 47, foi detido em um veículo, no bairro Dionísio Torres, com produtos eletrônicos no valor de R$ 5.300,00, que haviam sido adquiridos de forma fraudulenta em uma loja de informática situada no bairro Edson Queiroz.

Conforme o titular da DDF, delegado Jaime Paula Pessoa Linhares, a investigação estava em andamento há cerca de seis meses. Empresas de produtos de informática, material de construção e peças de veículos haviam prestado queixa informando terem sido vítimas de uma pessoa que afirmava estar a serviço da Prefeitura de Santa Quitéria.

Vazio

Segundo a Polícia, ele ligava para as lojas, encomendava o material e solicitava que o pagamento fosse feito mediante depósito em conta. Realizava a transação em máquinas de autoatendimento e utilizava envelopes vazios. Com o comprovante de depósito em mãos, mas que ainda não havia sido compensado, ele solicitava a liberação do material. Durante a investigação, os policiais descobriram que Pedro também utilizava empresas de tele-entrega para apanhar os produtos nas lojas. "Não havia nem contato visual. Tudo era feito por telefone e as vítimas só descobriam a fraude no dia seguinte, quando eram informadas pelos bancos que os envelopes estavam vazio", contou.

Na tarde de ontem, os inspetores Robério e Becker surpreenderam o suspeito em uma caminhonete Pajero, na Avenida Leonardo Mota. No veículo, os policiais civis encontraram três impressoras no valor total de R$ 5.300,00. "Ele estava com a nota fiscal em nome da Prefeitura de Santa Quitéria. Ligamos para a empresa e descobrimos como os produtos haviam sido adquiridos e demos voz de prisão a ele", contou o inspetor Robério.

Amigo

Na DDF, Pedro Sousa disse ter sido procurado por amigo que pediu para ele vender alguns produtos e, em troca, receberia R$ 1 mil. O suspeito alegou ainda não saber da procedência do material. Ele foi autuado em flagrante por receptação e, de acordo com Linhares, permanecerá preso, pois possui outros dez inquéritos por crimes de estelionato, crimes contra a ordem tributária e receptação.

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